Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Como a maior rede de cinemas do mundo planeja voltar a exibir filmes

Em véspera de lançamentos, salas da AMC voltarão a operar a 30% da capacidade, com intervalos grandes entre exibições para a desinfecção do ambiente

Por Da Redação Atualizado em 18 jun 2020, 19h02 - Publicado em 18 jun 2020, 18h42

A AMC Entertainment Holdings, maior cadeia de cinema do mundo, disse nesta quinta-feira, 18, que planeja reabrir suas salas nos Estados Unidos até o dia 24 de julho, após quatro meses de paralisação devido às medidas de contenção do coronavírus.

A reabertura será gradual. No dia 15 de julho, voltam a funcionar ao menos 450 salas de cinema. Uma semana depois, mais 150. A ideia é que seja possível exibir os primeiros lançamentos importantes do ano, como o esperado live-action de “Mulan”, da Disney, – que estréia no dia 24 de julho.

Segundo o Wall Street Journal, durante os quatro meses parada, a AMC perdeu 2,2 bilhões de dólares (11,8 bilhões de reais) em receita com os fechamentos, mesmo cortando gastos e pegando empréstimos. A empresa sinalizou aos investidores que precisa de assistência, ​​ou corre o risco de fechar o negócio. O retorno do público traz a esperança da recuperação.

Contudo, ir ao cinema será muito diferente. No início, as salas devem operar com apenas 30% da capacidade, que aumentará gradativamente até o final de novembro. Além disso, haverá um intervalo grande entre os horários de exibição para a desinfecção do ambiente.

Todas as compras deverão ser feitas com cartão e, ao lado da pipoca, máscaras serão vendidas a 1 dólar (5,37 reais) cada. O uso de coberturas faciais será obrigatório aos funcionários, mas clientes estão isentos do protocolo – a menos que o governo local determine o contrário.

Continua após a publicidade

Ainda não está claro se os espectadores ficarão confortáveis durante o confinamento de duas horas com estranhos.

Além da AMC, o Cineworld e o Cinemark planejam a reabertura para receber “Mulan” e o thriller do diretor Christopher Nolan, “Tenet”, que estréia no dia 31 de julho. São os três principais cinemas dos Estados Unidos.

O Cineworld disse nesta terça-feira 16 que começará a reabrir os cinemas no final do mês, para quase todas as salas estarem prontas em julho. Como na AMC, haverá limitação do público e aumento da limpeza.

O Cinemark adotou uma abordagem ainda mais gradual. Uma fase de testes, que começa no sábado, 20, vai ter a reabertura de três salas no Texas. Para o feriado de 4 de julho, que comemora a independência do país, outros estados passam a exibir filmes, como Califórnia, Ohio e Pensilvânia.

As três principais franquias monitoram os planos de Hollywood de lançar novos filmes nos cinemas – que vão precisar atrair um número substancial de espectadores. Algumas produções, como o filme “Trolls 2”, foram lançadas diretamente em serviços de streaming online, pulando a etapa das salas de cinema.

Agora, o desafio dessas empresas é fazer o público sair de suas casas.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)