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China vence a crise global e se firma como potência

Por Da Redação 30 abr 2009, 21h43

Com um vigor que lembra seu espantoso crescimento econômico das últimas três décadas, quase 10% ao ano, a China está manobrando a seu favor o xadrez geopolítico internacional. Os movimentos do país que mais cresce no planeta contrastam com a perplexidade das grandes potências, semiparalisadas pela crise econômica mundial.

Até meados da década, a China destacava-se na paisagem global por ter sido capaz de tirar da miséria centenas de milhões de pessoas. Agora a nação tem pretensões muito maiores. Quando se espanarem as cinzas jogadas pela crise sobre o mapa econômico e político, a China surgirá com uma estatura e uma força relativa inéditas na nova ordem mundial. Niall Ferguson, historiador da Universidade de Harvard, resume com clareza esse novo papel de Pequim: “Os Estados Unidos deveriam se apressar a fazer uma reunião do G-2 com a China antes que ela faça um G-1 sozinha”.

Não é que a crise não tenha afetado a economia chinesa. Afetou sim. As exportações, um dos pilares do milagre chinês, caem desde novembro, e no primeiro trimestre a queda passou dos 20% em comparação com os três primeiros meses do ano passado. Anualizada, essa queda é quase o dobro de tudo o que o Brasil exporta. A construção civil, outro desses pilares, fechou em março sem se recuperar de um baque que começou há um ano. Mas suas reservas trilionárias a colocam em situação privilegiada na crise. A verdade é que a China está mais ou menos do mesmo tamanho – a novidade é que os outros gigantes encolheram.

O ano de 2009 será talvez lembrado no futuro como marco da entronização da China no posto de potência mundial. Ou o ano em que a terceira maior economia do mundo colocou a segunda, o Japão, na alça de mira e estabeleceu com a primeira, os Estados Unidos, uma relação tão simbiótica que o destino de uma se amarrou ao da outra. 2009, o ano do G-1.

Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes).

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