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Chefe da NSA diz que vigilância evitou “dezenas” de potenciais atentados

Em audiência no Senado, o general Keith Alexander defende programas do governo que vasculham dados telefônicos e servidores de empresas de internet

Por Da Redação
12 jun 2013, 17h32

O diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), general Keith Alexander, afirmou nesta quarta-feira em audiência no Senado que os programas de vigilância já ajudaram a evitar “dezenas” de potenciais atentados terroristas. A participação do general na audiência é seu primeiro evento público desde a divulgação de dois escândalos de bisbilhotice oficial do governo americano. Em um dos casos, ligações telefônicas de milhões de americanos clientes da Verizon foram monitoradas. No outro, e-mails, vídeos, fotos, arquivos, conversas on-line de milhões de usuários foram vasculhados nos servidores centrais de gigantes da internet.

Nos dois casos, o governo Obama não está cometendo nenhuma ilegalidade, uma vez que os programas são secretos, mas têm ordem judicial, e são supervisionados pelas comissões do Congresso. O problema está na magnitude das operações que bisbilhotam a vida de milhões de americanos e estrangeiros – e não apenas de suspeitos. Na maior crise política de seu mandato, o presidente democrata mostra que deixou para trás o prometido “governo da transparência”, pois os cidadãos comuns não faziam ideia de que as leis estivessem sendo usadas de modo tão escandalosamente abusivo.

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A fonte dos jornais The Washington Post e The Guardian, que revelaram a espionagem na semana passada, foi o ex-técnico da CIA Edward Snowden, que fugiu para Hong Kong. No Senado, Alexander desmentiu a afirmação de Snowden de que a NSA pode monitorar virtualmente todas as chamadas telefônicas e e-mails de cidadãos americanos. “Eu não conheço nenhuma forma de fazer isso”. O general também expressou “grave preocupação” sobre o acesso que Snowden teve a tantas informações secretas. “Acho que isso precisa ser examinado”, disse.

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