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Chefe da Assembleia venezuelana desafia oposição

Diosdado Cabello afirmou que os deputados que não aceitarem o governo de Hugo Chávez também não serão reconhecidos pelo Legislativo

Por Da Redação 18 jan 2013, 22h36

O chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, disse nesta sexta-feira que os deputados que não aceitar o governo de Hugo Chávez também não serão reconhecidos pelo Legislativo. A declaração foi feita durante um evento com as Forças Armadas.

Segundo ele, a medida será tomada “para que se faça justiça e a atitude dos parlamentares tenha sua contrapartida do ponto de vista político”.

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A oposição considera que o governo venezuelano violou a Constituição ao manter o vice-presidente Nicolás Maduro como porta-voz de Hugo Chávez sem que o caudilho tenha tomado posse no último dia 10, como previsto no texto constitucional.

Chávez está internado em Cuba, depois de ser submetido à quarta cirurgia para combater um câncer. A ele a Assembleia Nacional, dominada por chavistas, concedeu o “tempo necessário” para tomar posse. A decisão foi ratificada pelo Supremo Tribunal de Justiça, alinhado com o governo, sob o argumento de que há “continuidade administrativa”, uma vez que o coronel foi reeleito em outubro.

Cabello, que deveria assumir o comando do país caso novas eleições fossem convocadas, voltou a dizer que quem governa a Venezuela é Chávez e advertiu a oposição a “não bricar com fogo” porque “podem se queimar”, segundo divulgou a imprensa venezuelana. “Nem interesses estrangeiros poderão se sobrepor à unidade entre o povo e a Força Armada Nacional”.

Ataque ao capitalismo – O vice-presidente Maduro também fez declarações nesta sexta-feira, atacando o capitalismo e os Estados Unidos. Em um evento no estado de Zulia, no norte do país, ele prometeu que o problema da falta de segurança será resolvido.

“O capitalismo criou a cultura da droga, a criminalidade, a morte, as armas e o crime”, disse, segundo o jornal venezuelano El Universal. “Robert Redford disse que o que está ocorrendo nos Estados Unidos, com crianças assassinam em massa companheiros de classe, é efeito da violência que se impôs como cultura como moda no cinema norte-americano”.

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