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Cameron diz que a soberania das Malvinas é inegociável

Por Ben Stansall
24 dez 2011, 11h00

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, garantiu que seu país nunca negociará a soberania das Ilhas Malvinas, reivindicada pela Argentina, se assim desejarem seus habitantes, na tradicional mensagem de Natal do chefe do governo britânico dirigido aos moradores da ilha.

“Sempre mantemos nosso compromisso com vocês sobre qualquer questão de soberania. O direito de vocês à autodeterminação é a base da nossa política”, disse Cameron em sua mensagem aos habitantes das Malvinas (Falklands para os britânicos).

“Nunca negociaremos a soberania das Ilhas Malvinas sem vocês, os insulanos. Nenhuma democracia poderia agir de outra maneira”, acrescentou.

As Ilhas Malvinas são um arquipélago autônomo localizado no sul do Atlântico, a cerca de 400 milhas da costa da Argentina, que as reivindicam como parte de seu território, apesar de permanecerem sob domínio britânico desde 1833.

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Argentina e Reino Unido se enfrentaram em uma curta, mas sangrenta guerra em 1982 por causa dessas ilhas.

Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, solicitou ao Uruguai que reconsidere sua posição e permita que barcos com a bandeira das Malvinas atracar nos portos uruguaios.

Esse pedido foi feito dias depois do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina e Uruguai, decidiu, na terça-feira, fechar seus portos a navios com bandeira das Malvinas.

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Na mensagem natalina de Cameron, publicada pela BBC, o primeiro-ministro criticou as tentativas “injustificadas” da Argentina de atrapalhar a navegação marítima.

“Queremos dicutir com a Argentina esses assuntos. Mas o governo argentino continuou emitindo comunicações que questionam o direito de vocês à autodeterminação e não podemos aceitar isso”, disse Cameron.

As tensões entre ambos os países se intensificaram em 2010, quando Londres autorizou prospecções petrolíferas ao redor das ilhas, onde vivem cerca de 3 mil pessoas.

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