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Bruxo mexicano prevê cura de Lula e piora de Chávez

Por Yuri Cortez - 3 jan 2012, 20h48

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá “se livrar” do câncer, enquanto seu colega venezuelano Hugo Chávez deve piorar, disse nesta terça-feira Antonio Vázquez, conhecido como “O Maior Bruxo” do México, em suas previsões de início de ano.

Vázquez assegurou que os diagnósticos de câncer se devem a uma “bruxaria” contra os líderes latino-americanos, sem especificar sua origem, que já afeta quatro presidentes, entre eles Hugo Chávez, que sofrerá uma “recaída terrível” que poderá afastá-lo das eleições em outubro na Venezuela.

“Há dois presidentes latino-americanos que também vão ficar com câncer e isso por trabalhos de ‘bruxaria’, como aconteceu com os outros”, disse na coletiva que convoca anualmente no Clube de Jornalistas, apesar de se recusar a citar os nomes desses líderes.

Ele também prevê que o líder cubano Fidel Castro, cuja saúde também é precária, “sobreviverá a 2012 porque a ‘santería’ está funcionando”, e que o presidente americano, Barack Obama, fracassará em sua tentativa de reeleição.

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Com sua longa cabeleira presa em um rabo de cavalo e uma barba que cobre parte do peito, Vásquez afirmou que a presidente argentina, Cristina Kirchner, diagnosticada com câncer na tiróide, “seguirá adiante porque seu mal é mínimo, apesar de suas decisões de governo ficarem mais lentas e a Argentina enfrentar problemas econômicos”.

Além de Chávez e de Cristina Kirchner, outros dois presidentes latino-americanos tiveram câncer, mas já se curaram: Dilma Rousseff, do Brasil, e Fernando Lugo, do Paraguai.

O ex-presidente Lula está superando um câncer na laringe.

Segundo as previsões que Vázquez diz fazer baseando-se em consultas ao tarô e observações dos astros, o Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o México por mais de 70 anos até 2000, retornará ao poder em 2012.

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O “Maior Bruxo” do México faz esse tipo de previsões no início do ano há mais de duas décadas, e é frequentemente consultado por veículos da imprensa de América Latina e Estados Unidos.

Ao iniciar 2011, previu que o euro se enfraqueceria e um retorno da recessão nas economias desenvolvidas, mas afirmou que um importante político latino-americano seria assassinado no primeiro semestre.

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