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Brasileiros em Boston reagem às explosões em Maratona

Explosões perto da linha de chegada de uma das mais tradicionais corridas de rua do mundo deixaram pelo menos dois mortos nesta segunda-feira

“Quando ouvimos a primeira bomba, não se sabia exatamente o que era aquilo, mas após a segunda explosão, segundos depois, algumas pessoas entraram em pânico”

O brasileiro Eduardo Meireles estava com a mulher e os filhos a um quarteirão da linha de chegada da Maratona, onde duas bombas explodiram e deixaram ao menos dois mortos, nesta segunda-feira. “Quando ouvimos a primeira bomba, não se sabia exatamente o que era aquilo, mas após a segunda explosão, segundos depois, algumas pessoas entraram em pânico”, conta. Segundo ele, as bombas deixaram muitos destroços, e a fumaça era intensa, mas a confusão foi logo controlada pela polícia. “Minha família correu para o estacionamento onde estava nosso carro, e eu fui em direção ao local onde houve as explosões. Cheguei a ver sangue e pessoas que perderam um braço ou outras partes do corpo, mas logo fui obrigado a me afastar, seguindo ordens policiais.” Meireles também conta que todas as saídas de Boston foram fechadas, de acordo com um plano de evacuação, o que provocou um trânsito intenso em algumas regiões. No centro, ele diz que o uso de celular foi proibido, pois poderia ajudar a detonar eventuais outras bombas.

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