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Brasileiro de 17 anos está desaparecido na Nova Zelândia

Estudante caiu de um penhasco junto com um colega e seu instrutor enquanto escalavam uma rocha. A polícia diz não ter esperanças de resgatá-los com vida

Por Da Redação - 9 ago 2012, 12h44

Os estudantes João Felipe Martins de Melo, brasileiro, e Stephen Lewis Kahukaka-Gedye, neozelandês – ambos de 17 anos -, escalavam uma rocha no Parque de Paritutu, na cidade de New Plymout, Nova Zelândia, quando caíram no mar, na tarde de quarta-feira (horário local). O instrutor Bryce John Jourdain, 42 anos, pulou na água para salvá-los, mas não voltou. Desde então, os três estão desaparecidos.

A polícia da Nova Zelândia disse que retomará as buscas às 7 horas de sexta-feira (16 horas de quinta-feira, horário de Brasília) – embora não tenha esperanças de encontrar as vítimas com vida. As equipes de resgate tiveram dificuldades devido às condições do mar, com fortes ondas, que também impediram mergulhadores de realizarem as buscas no local.

João e Stephen faziam um passeio com 11 colegas do Spotswood College, acompanhados de dois instrutores de uma empresa de esportes de aventura. De acordo com o jornal NZ Herald, um terceiro estudante também caiu na água, mas conseguiu se agarrar a uma rocha e foi resgatado. João, que é natural de Fortaleza, fazia um intercâmbio no país desde janeiro e planejava voltar ao Brasil em outubro, segundo relatos da família.

Após 24 horas do incidente, a polícia diz não ter esperanças de encontrar os desaparecidos com vida. “Estamos fazendo o nosso melhor para encontrar os corpos e retorná-los aos familiares”, disse uma porta-voz da polícia da Nova Zelândia, Victoria Evans, à rede BBC. O inspetor Frank Grant afirmou à rede local TVNZ que a missão agora é resgatar os corpos das vítimas.

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Segundo Victoria, duas investigações serão encaminhadas para apurar as causas do incidente, e cerca de 50 policiais trabalham nas buscas. A operação conta com cinco botes infláveis, barcos da marinha e helicópteros.

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