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Brad Pitt divulga filme em Tóquio acompanhado da família

Por Da Redação 10 nov 2011, 12h36

Tóquio, 10 nov (EFE).- Em Tóquio para divulgação do filme ‘O homem que mudou o jogo’, o ator americano Brad Pitt afirmou nesta quinta-feira que sua esposa, Angelina Jolie, e os seis filhos do casal são ‘um sopro de ar puro’ em sua rotina e admitiu que sua única superstição é levar sempre objetos deles em suas viagens de avião.

‘Ter uma família mudou minha vida’, confessou o ator que está na cidade por causa da estreia do filme nesta sexta nos cinemas japoneses, no Brasil o longa-metragem chega às salas em fevereiro de 2012.

Brad Pitt desembarcou na cidade na terça-feira acompanhado de Angelina e os filhos (Vivienne, Shiloh, Maddox, Knox, Zahara e Pax).

O protagonista de ‘O homem que mudou o jogo’, de 47 anos, e sua esposa, de 36, participaram na quarta à noite da pré-estreia do filme no Fórum Internacional de Tóquio. Na chegada ao local, os atores fizeram a alegria dos cerca de 600 fãs que os aguardavam em busca de fotos e autógrafos.

Nesta quinta, na entrevista coletiva prévia à estreia, Brad Pitt falou sobre o filme, que aborda questões de ‘justiça e valores’, e destacou as semelhanças do beisebol com a vida real.

No filme, o ator vive Billy Beane, o inovador diretor-geral da equipe profissional de beisebol do Atlético de Oakland, o que o permitiu conhecer os segredos do esporte.

Na coletiva desta quinta, Brad Pitt recebeu flores da atriz japonesa Kazue Fukiishi, cujo pai é ex-jogador de beisebol e atua atualmente em um clube de Sendai, uma das cidades afetadas pelo tsunami de março.

O americano foi muito aplaudido pelos jornalistas quando os organizadores lembraram que o ator é o primeiro grande ator de Hollywood a visitar o Japão desde a tragédia de março, o que gerou o cancelamento de diversos eventos no país.

Apesar de não preverem ir às regiões atingidas pelo tsunami por problemas na agenda, Brad Pitt conversou, na quarta, com meninos fãs de beisebol das localidades de Kesennuma e Ishinomaki, devastadas pela catástrofe. EFE

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