Clique e assine com até 92% de desconto

Bombardeiros americanos realizam manobras na Coreia do Sul

Treinamento militar deve provocar nova reação da Coreia do Norte, que vem ameaçando atacar vizinhos sul-coreanos e até territórios dos Estados Unidos

Por Da Redação 28 mar 2013, 10h39

Dois bombardeiros furtivos B-2 Spirit americanos com capacidade nuclear realizaram uma missão de treinamento nesta quinta-feira sobre a Coreia do Sul, anunciou o Exército dos Estados Unidos. O exercício militar ocorre em meio a tensões crescentes entre, de um lado, os aliados americanos e sul-coreanos e, de outro, a Coréia do Norte. As duas aeronaves furtivas, que não podem ser detectadas por radares, partiram da Base Whiteman da Força Aérea no Missouri (região central dos Estados Unidos) e lançaram munição artificial contra um alvo no território sul-coreano.

Segundo o comunicado das forças americanas estacionadas na Coreia do Sul, o voo, um dos vários exercícios conjuntos organizados anualmente entre as forças americanas e sul-coreanas, “demonstra a capacidade dos Estados Unidos de realizar ataques rápidos e a grandes distâncias”.

Leia também:

Leia também: Coreia do Norte fecha corredor militar para a Coreia do Sul

Espera-se que o anúncio dos exercícios militares provoque uma forte reação de Pyongyang, que recentemente ameaçou atacar o território continental americano, além das ilhas de Guam e Havaí. A ameaça foi uma resposta aos recentes voos de treinamento dos B-52 sobre a Coreia do Sul.

Desde o início de março, quando a ONU adotou sanções contra a Coreia do Norte, o país vem aumentando sua retórica belicista. Embora especialistas duvidem que o país tenha capacidade para atingir a área continental dos Estados Unidos, eles afirmam que bases no Japão e na ilha americana de Guam estão no alcance das armas convencionais de Pyongyang. Washington, por sua vez, afirma que tem total condição de proteger o seu território e o de seus aliados na Ásia.

Saiba mais:

Saiba mais: EUA condenam ameaças feitas pela Coreia do Norte

(Com agência France-Presse)

Continua após a publicidade
Publicidade