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Bombardeios da Rússia na Síria já deixaram mais de 1.500 mortos

Entre os 485 civis mortos, estão ao menos 117 menores de idade e 74 mulheres

Por Da Redação 30 nov 2015, 14h26

Pelo menos 1.502 pessoas morreram, entre elas 485 civis, desde o início dos bombardeios russos na Síria, que completam dois meses nesta segunda-feira. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, entre os civis, ao menos 117 menores de idade e 74 mulheres morreram atingidos pelos ataques aéreos em diferentes províncias sírias.

Os bombardeios mataram também 419 membros do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e pelo menos 598 combatentes de grupos rebeldes islâmicos e da Frente al Nusra, filial síria da Al Qaeda.

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A Rússia, aliada do regime de Bashar Assad, começou em 30 de setembro uma campanha de bombardeios na Síria, sua primeira intervenção militar direta no conflito desde seu início, em março de 2011. Atualmente, o território sírio é bombardeado pela aviação do regime de Assad, pela coalizão internacional formada para combater o EI e pela força aérea russa.

Apesar das constantes declarações de autoridades russas garantindo que sua força aérea tem como alvo posições do Estado Islâmico e de outras organizações terroristas, ativistas e opositores afirmam que os aviões da Rússia também atacaram zonas residenciais e bases de grupos insurgentes, como do Exército Livre da Síria.

(Da redação)

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