Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Atleta olímpico ucraniano morre na linha de frente da guerra contra Rússia

O levantador de peso Oleksandr Pielieshenko participou dos Jogos de 2016 no Rio de Janeiro e foi bicampeão europeu de halterofilismo

Por Da Redação
Atualizado em 8 Maio 2024, 13h55 - Publicado em 7 Maio 2024, 12h00

O levantador de peso ucraniano Oleksandr Pielieshenko, que participou das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, morreu enquanto lutava na linha de frente da guerra contra a Rússia no domingo 5, de acordo com comunicado divulgado pelo Comitê Olímpico Nacional da Ucrânia nesta segunda-feira 6. Ele foi o primeiro atleta olímpico do país a morrer no conflito.

Pielieshenko, de 30 anos, foi bicampeão europeu, conquistando o primeiro lugar na categoria até 85kg dos Campeonatos Europeus de Halterofilismo de 2016 e 2017, além de ficar em quarto lugar nos Jogos do Rio em 2016. 

“Desde os primeiros dias da invasão em grande escala, Oleksandr juntou-se às Forças Armadas. Ontem recebemos a triste notícia de sua morte”, afirmou o Comitê Olímpico Ucraniano em uma publicação nas redes sociais.

O atleta não competia desde 2018, quando foi reprovado em um exame antidoping e banido da Federação Ucraniana de Halterofilismo (UWF).

“É com grande tristeza que informamos que hoje o coração do homenageado mestre do esporte da Ucrânia, bicampeão europeu de levantamento de peso, Oleksandr Pielieshenko, parou de bater”, disse a UWF. 

Continua após a publicidade

Atletas russos

A morte de Pielieshenko promete provocar novos debates sobre a participação de atletas russos nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que russos e bielorrussos compitam apenas sob bandeiras “neutras”, e com a condição de não apoiarem publicamente a Rússia no contexto da guerra na Ucrânia. 

Ambas as nacionalidades também serão proibidas de competir em equipe, ficando de fora de esportes coletivos como futebol, vôlei e basquete. Participarão dos Jogos no máximo 56 atletas da Rússia e 28 de Belarus.

Apesar das restrições, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, afirmou que a decisão do COI “essencialmente deu sinal verde à Rússia para usar as Olimpíadas como arma”.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.