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Ativistas pró-Rússia são mortos ao tentar invadir quartel

Três pessoas morreram e treze ficaram feridas durante ofensiva de grupo separatista contra base militar na cidade de Mariupol, no sudeste da Ucrânia

Três pessoas morreram e treze ficaram feridas depois que um grupo de ativistas pró-Rússia tentou invadir um quartel militar na cidade de Mariupol, no sudeste da Ucrânia, na noite de quarta-feira. De acordo com o ministro do Interior ucraniano, Arsen Avakov, todos os mortos faziam parte do grupo de invasores e nenhum funcionário da base militar ficou ferido no confronto. Avakov acrescentou que 63 manifestantes foram detidos.

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Segundo o ministro, a tentativa de invasão começou quando cerca de trezentos separatistas atacaram com coquetéis molotov um quartel da Guarda Nacional em Mariupol, cidade com aproximadamente meio milhão de habitantes. Os responsáveis pelo ataque, acrescentou, atiraram contra os soldados que estavam de guarda na unidade, que responderam com fogo de advertência e depois, conforme o regulamento, atiraram contra os invasores.

Avakov informou que todas as unidades policiais de Mariupol foram postas em estado de combate e, juntamente com a Guarda Nacional, dispersaram os invasores após um breve enfrentamento. “Em vista da agressividade do ataque contra a unidade militar, decidimos reforçar o agrupamento do Ministério do Interior”, acrescentou. Segundo Avakov, as forças de segurança continuam atrás dos membros do grupo armado responsável pelo ataque. (Continue lendo o texto)

Tensão – O governo de Kiev lançou na terça-feira uma operação antiterrorista com a utilização do Exército nas regiões do sudeste do país, onde milícias pró-russas ocuparam edifícios governamentais e distritos policiais em várias cidades. As autoridades da Ucrânia denunciaram que o levante pró-russo é incentivado e orquestrado por Moscou, que tenta repetir na região o que ocorreu na Crimeia, anexada pela Rússia no último dia 21. O primeiro-ministro ucraniano, Arseni Yatseniuk, afirmou quarta que a Rússia “exporta terrorismo” para a Ucrânia.

(Com agência EFE)

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