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Atirador mata 2 militares dos EUA no aeroporto de Frankfurt

Um jovem de origem kosovar foi preso e interrogado por autoridades alemãs

Por Da Redação - 2 mar 2011, 17h36

“Michelle e eu incluiremos suas famílias e amigos em nossas orações, ao mesmo tempo em que rezamos por uma recuperação rápida dos que ficaram feridos”

Barack Obama, presidente dos EUA

Dois aviadores americanos morreram e outros dois ficaram feridos depois que um atirador de origem kosovar disparou contra um ônibus militar dos Estados Unidos no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha. As informações foram divulgadas em um comunicado oficial do quartel-general da Força Aérea americana na Europa.

Contudo, a nota não informava a identidade das vítimas. O agressor, um jovem de 21 anos de origem kosovar, foi preso e interrogado pelas autoridades alemãs. “Trata-se de Arif Uka, originário da região de Mitrovica, no norte do território”, declarou um policial do alto escalão Pristina, que preferiu não ter o nome divulgado.

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A motivação do crime também não foi revelada. “Não sei dizer ainda se o incidente tem relação com terrorismo”, disse o ministro do Interior do estado de Hesse, na Alemanha, Boris Rhein.

Reações – O ministro do Interior do Kosovo, Bajram Rexhepi, classificou o fato como “um acontecimento trágico e devastador”. “Estamos tentando descobrir se esse ataque foi organizado e qual a sua natureza.”

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou estar “entristecido” e “ultrajado” pelo ato contra os militares americanos que estavam prestes a voltar para casa. “Acredito que o povo americano está unido expressando gratidão pelo serviço que eles nos prestaram”, disse Obama.

“Michelle e eu incluiremos suas famílias e amigos em nossas orações, ao mesmo tempo em que rezamos por uma recuperação rápida dos que ficaram feridos”, acrescentou. O presidente dos EUA disse também que não poupará esforços para descobrir todas as informações sobre o ataque. “Trabalharemos com as autoridades alemãs para garantir que todos os seus autores sejam levados à justiça”, afirmou Obama.

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(Com agências France-Presse e Reuters)

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