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Atirador de Orlando ligou para a polícia e jurou lealdade ao EI

O senador pela Flórida Bill Nelson afirmou que o atentado pode ter relação com o grupo terrorista Estado Islâmico. O atirador, americano de origem afegã, foi morto pela polícia

Por Da Redação 12 jun 2016, 14h54

(atualizado às 17h32)

O atirador responsável pelo massacre em uma boate em Orlando, apontado como o pior ataque armado da história dos Estados Unidos, teria ligado para a polícia minutos antes do tiroteio e jurado lealdade ao líder do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), de acordo com a rede CNN. O senador pela Flórida Bill Nelson também afirmou que o ataque teria alguma relação com o grupo.

O grupo terrorista Estado Islâmico se responsabilizou pelo ataque, por meio de um comunicado da agência de notícias Amaq, comandada pelos extremistas. As autoridades americanas estão sendo cautelosas em relação ao massacre. Até agora, confirmam apenas que Omar Mateen, de 29 anos e descendente de afegãos, foi o responsável pelo ato.

Mateen foi investigado em duas ocasiões pelo FBI por sua possível ligação com grupos terroristas. Em entrevista coletiva, o agente do FBI Ron Hopper confirmou que o atirador foi investigado em 2013 por defender o EI em comentários nas redes sociais e novamente em 2014 por aparentemente querer cometer um ataque suicida. As autoridades, contudo, consideraram o resultado da apuração inconclusiva. O FBI disse ainda que o atirador comprou ao menos duas armas de fogo nas últimas semanas e que trabalhou como segurança.

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O senador Nelson lamentou que dois fatos de violência perpetrados por homens armados ocorreram em um mesmo fim de semana em Orlando e manifestou a necessidade de uma maior regulação no uso de armas entre os cidadãos do país. Na sexta-feira, um homem de 27 anos disparou contra a cantora Christina Grimmie durante um show que ela fazia na cidade e a jovem morreu em decorrência dos ferimentos.

No tiroteio da última madrugada, pelo menos 50 pessoas morreram e outras 53 ficaram feridas na boate gay Pulse, no centro de Orlando. O responsável pelo massacre morreu em um enfrentamento com a polícia no local.

(Com EFE e Estadão Conteúdo)

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