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Atentado contra carro da embaixada israelense em Délhi deixa 4 feridos

Por Da Redação 13 fev 2012, 14h42

(Informa a identidade da vítima israelense e acrescenta outros detalhes).

Nova Délhi, 13 fev (EFE).- Ao menos quatro pessoas, incluindo a esposa de um diplomata israelense, ficaram feridas nesta segunda-feira por uma explosão registrada em um veículo diplomático de Israel na região de embaixadas em Nova Délhi, informou a polícia.

Em entrevista coletiva, o comissário de polícia B.K. Gupta explicou que, segundo um depoimento, o veículo explodiu depois que um indivíduo que se deslocava em uma motocicleta colocou um ‘dispositivo magnético’ na parte traseira do carro.

O carro pertencia à esposa de um diplomata israelense, que estava indo buscar seus filhos no Colégio Americano da capital indiana.

A detonação aconteceu às 14h no horário local (7h30 em Brasília) próximo do encontro entre duas ruas, a cerca de um quilômetro da sede diplomática israelense e não muito longe da residência do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Segundo Gupta, quatro pessoas ficaram feridas no incidente: a esposa do diplomata israelense, o motorista do veículo – de nacionalidade indiana – e dois cidadãos indianos que circulavam em um carro nas imediações.

O comissário identificou a vítima israelense como Tal Yehoshua Koren, de 42 anos de idade e esposa do encarregado de Defesa da embaixada do país na Índia.

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Uma fonte da direção do hospital para o qual a mulher foi levada confirmou esta informação à Agência Efe e acrescentou que a vítima ‘está se submetendo a uma cirurgia’, embora esteja ‘fora de perigo’, assim como os demais feridos.

Fontes oficiais citadas pela emissora ‘NDTV’ tinham apontado horas antes que a explosão havia sido causada por um bujão de gás comprimido.

Ainda nesta segunda-feira em Tbilisi, capital da Geórgia, as forças de segurança desativaram uma granada que havia sido colocada embaixo do carro de um funcionário da legação israelense nesse país.

O governo de Israel responsabilizou pela ação o Irã e o grupo xiita libanês Hisbolá, e advertiu que se reserva ao direito de responder de forma ‘decisiva e meticulosa contra o terrorismo internacional que provém’ desse país.

Teerã, por sua vez, apressou-se em negar qualquer vínculo com o atentado.

O ministro das Relações Exteriores indiano, S.M. Krishna, afirmou em declarações públicas ter falado com seu colega israelense, Avigdor Lieberman, e evitou fazer referência à explosão ocorrida em Délhi como um ataque terrorista.

‘A lei do país seguirá seu curso. Iniciamos uma investigação’, se limitou a dizer.

As autoridades declararam estado de alerta após a explosão, que aconteceu pouco antes da comemoração do Dia Internacional em Memória do Holocausto, 16 de fevereiro. EFE

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