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Ataque a prédio da Marinha dos EUA mata 13 pessoas

Além de doze vítimas, um atirador foi morto. Catorze pessoas ficaram feridas, segundo a Marinha

Por Da Redação - Atualizado em 10 dez 2018, 10h52 - Publicado em 16 set 2013, 12h54

Disparos efetuados na manhã desta segunda-feira em um complexo da Marinha dos Estados Unidos, em Washington, deixaram treze mortos, incluindo um atirador, segundo informou o prefeito Vincent Gray. O suspeito foi morto em tiroteio com policiais, de acordo com a chefe da polícia metropolitana da capital, Cathy Lanier. Oficiais identificaram o homem como Aaron Alexis, texano de 34 anos.

Catorze pessoas foram feridas no ataque. Um segundo suspeito está sendo procurado. Segundo o prefeito Gray, não havia pistas sobre este segundo suspeito até a noite desta segunda-feira. O prefeito afirmou ainda que não há motivos para acreditar que o ataque foi um ato de terrorismo, embora a hipótese ainda não possa ser descartada.

Os primeiros disparos foram registrados às 8h20 (9h20 no horário de Brasília). Segundo o Washington Post, que citou fontes da polícia, os atiradores entraram em um dos prédios do complexo e dispararam contra dezenas de pessoas que estavam no local. A rede ABC informou que o atirador morto pela polícia usava roupas camufladas e seria um funcionário do complexo. Homens do FBI (a Polícia Federal americana) estão vasculhando a área atrás o outro suspeito.

https://www.youtube.com/watch?v=hyrBEvoR02E

“Nossa preocupação no momento é que possivelmente há dois outros atiradores que não foram localizados”, disse Cathy Lanier, antes de a polícia identificar um dos homens procurados e descartá-lo como suspeito.

Segundo a rede britânica BBC, o ataque limitou-se a um dos prédios do Washington Navy Yard, um complexo administrativo da Marinha dos EUA ao sul da capital, que abriga o centro de operações navais do país e gabinetes da Justiça naval. Cerca de 3 000 pessoas trabalham no local.

O tiroteio levou à suspensão de decolagens do aeroporto Ronald Reagan, em Washington. Chris Paolino, porta-voz do aeroporto, disse que os pousos ainda estão sendo realizados e que o edifício permanece aberto aos passageiros. Oito escolas da região tiveram as aulas canceladas.

Por volta de 12h30 (13h30), o presidente Barack Obama falou sobre o ataque. Ele classificou o episódio como uma “tragédia” e um “ato covarde” e disse que ele “será investigado”.

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