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As novas fotos de Nicolás Maduro na prisão nos EUA

Ex-ditador da Venezuela aparece de moletom cinza nos registros

Redação VEJAPor Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 ago 2026, 12h42 | Atualizado em 30 ago 2026, 14h13
As novas fotos de Nicolás Maduro na prisão nos EUA Priorizar nos meus resultados Google

Novas fotos do ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, na prisão nos Estados Unidos foram publicadas neste domingo, 30, na conta oficial do ex-governante no X. Na publicação, um texto atribuído a Maduro afirma que as fotos, onde ele aparece de conjunto de moletom cinza, são “um pequeno presente a todos os seus netos e netas, aos meninos e meninas, e a todos que amam a Venezuela”.

No texto, o ex-presidente venezuelano afirma ainda: “Quero que saibam que estamos firmes, com o coração cheio do amor de vocês, esse amor que nos chega convertido em oração, em ação permanente, em solidariedade e em apoio verdadeiro. Muito obrigado por cada palavra, por cada gesto, por cada bênção”. Confira as fotos:

Homem de meia-idade, com bigode e cabelo grisalho, sorri e faz sinal de paz com a mão esquerda, vestindo um moletom cinza, em frente a uma parede de blocos brancos. Ele segura óculos escuros na mão direita e usa um relógio preto. A data 06/25/2026 18:05 está no canto inferior direito
Nicolás Maduro preso nos Estados Unidos (Nicolás Maduro/X/Reprodução)
Homem de meia-idade, cabelos grisalhos e bigode, sorri para a câmera, fazendo sinal de paz com as duas mãos. Ele veste um conjunto de moletom cinza e tênis brancos, em pé contra uma parede de blocos brancos. A data 06/25/2026 18:05 aparece no canto inferior direito
Nicolás Maduro na prisão nos EUA (X/NicolasMaduro/Reprodução)
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Como foi a captura de Maduro?

A prisão de Nicolás Maduro ocorreu em 3 de janeiro de 2026, quando forças militares dos Estados Unidos realizaram uma operação na Venezuela e capturaram o então presidente venezuelano. A ação, autorizada pelo presidente Donald Trump, incluiu ataques a instalações em Caracas e outras regiões do país. Maduro e sua mulher, Cilia Flores, foram retirados da Venezuela e levados aos Estados Unidos, onde passaram a responder a acusações na Justiça americana.

A operação foi o resultado de meses de escalada na relação entre Washington e Caracas. O governo Trump acusava Maduro de comandar uma estrutura ligada ao narcotráfico e de utilizar o aparato estatal venezuelano para facilitar o envio de drogas aos Estados Unidos. As autoridades americanas também sustentavam que o governo de Maduro havia fraudado as eleições presidenciais de 2024, vencidas oficialmente pelo chavismo, mas contestadas pela oposição venezuelana e por outros governos.

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Após a captura, Maduro foi levado a Nova York para responder às acusações de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e conspiração relacionada a armas. Ele e Cilia Flores se declararam inocentes. A ação, porém, provocou forte debate internacional porque envolveu uma operação militar dos Estados Unidos para retirar do poder o chefe de Estado de outro país. Especialistas e governos estrangeiros questionaram a legalidade da intervenção e seus impactos sobre a soberania venezuelana.

A retirada de Maduro não significou o fim imediato do chavismo. Delcy Rodríguez, que ocupava a vice-presidência, assumiu a Presidência interina da Venezuela, enquanto Washington passou a pressionar o novo governo por mudanças políticas e econômicas. Trump chegou a afirmar que os Estados Unidos ficariam “a cargo” da Venezuela até que fosse estabelecida uma transição considerada segura, aumentando as dúvidas sobre o grau de interferência americana no futuro político do país.

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Além da questão política, o petróleo ocupa papel central na estratégia americana para a Venezuela. O país possui as maiores reservas provadas de petróleo do mundo e, desde a captura de Maduro, Washington passou a negociar uma participação maior de empresas americanas no setor.

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