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Após redução de casos, Pequim reabre parques, academias e museus

Espaços só poderão receber metade de sua capacidade máxima; capital chinesa não registra novo caso de Covid-19 há duas semanas

Por Jana Sampaio - 19 jul 2020, 21h37

Pouco mais de um mês após registrar um novo surto de Covid-19, a prefeitura de Pequim afirmou que irá afrouxar as medidas de isolamento social e reabrir parques, academias, museus e bibliotecas. A medida faz parte do plano da capital chinesa de se adequar conforme a evolução dos números de novos casos e de óbitos. Nas duas últimas semanas nenhuma nova contaminação foi informada.

A nova fase de restrições permitirá ainda a reabertura de pontos turísticos e da realização de conferencias para até 500 participantes, desde que todos os espaços e estabelecimentos respeitem o limite de 50% de lotação.

De acordo com o vice-prefeito da cidade, Liu Bei, os riscos de infecção e de transmissão para outras regiões são baixos uma vez que a situação geral de combate à pandemia está “sob controle”. A decisão abrange ainda eventos esportivos e salas de cinema, que aos poucos reduzirão o nível de controle. Seguem proibidos comércios com baixa ventilação. Mercados, fábricas e restaurantes ainda precisarão seguir o controle mais restritivo.

Desde o início da pandemia, a China já contabilizou quase 84 mil casos confirmados e mais de quatro mil mortes.

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