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AIEA pede que Líbia deposite urânio em lugar seguro

Por - 22 dez 2011, 16h53

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) solicitou que a Líbia encontre com urgência um lugar para depositar o concentrado de urânio acumulado durante o regime de Kadhafi, informou nesta quinta-feira um representante da agência da ONU.

O ex-líder líbio renunciou em 2003 a seus esforços para obter armas de destruição de massa, a bomba atômica, mas uma importante reserva de concentrado de urânio foi descoberta durante a revolta no país que levou à sua morte em outubro passado.

Uma equipe de especialistas da AIEA finalizou uma visita ao local de pesquisa nuclear de Tajoura, em Trípoli, e ao posto militar de Sabha, um oásis no meio do deserto, em 9 de dezembro, informou o enviado Ian Martin, diante do Conselho de Segurança da ONU.

“Apesar de não haver nenhum risco imediato para a saúde ou de radiações, a venda ou transferência rápida de cerca de 6.400 barris de material nuclear em Sabha são fortemente recomendados”, informou.

O pastel amarelo (yellow cake) é um pó insolúvel em água que contém 80% de uraninita e serve para produzir combustível nuclear.

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