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Acusações são retiradas contra suspeita de assassinar irmão de Kim Jong-un

Parente do líder norte-coreano foi assassinado em aeroporto na capital da Malásia, em fevereiro de 2017

A Promotoria da Malásia pediu, nesta segunda-feira 11, a retirada das acusações contra uma das acusadas pelo assassinato de Kim Jong-nam – irmão mais velho do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un – em fevereiro de 2017, no aeroporto de Kuala Lumpur.

A cidadã indonésia Siti Aisayah, de 26 anos, deveria iniciar sua defesa em maio próximo depois que o juiz aceitou em agosto a versão da Promotoria contra ela e sua suposta cúmplice, a vietnamita Doan Thi Huong, de 30 anos.

A Promotoria indicou ao tribunal que não pretende continuar o caso contra a mulher sem esclarecer os motivos da sua decisão e deixando nas mãos do juiz a decisão de absolver a acusada, segundo o documento apresentado ao juiz pela acusação pública.

A indonésia foi nesta segunda-feira à corte de Kuala Lumpur onde estava previsto o início da defesa de Doan, que se espera que apresente ao juiz a alegação da sua defesa.

As duas mulheres atacaram Kim no dia 13 de fevereiro de 2017 no terminal de saída do aeroporto de Kuala Lumpur, em uma ação que a Coreia do Sul atribuiu a agentes norte-coreanos e que foi registrada por câmeras de segurança.

As duas alegam inocência e asseguram que acreditavam que participavam de uma piada para um programa de televisão quando esfregaram o rosto da vítima com uma substância que elas pensavam ser inofensiva.

(Com EFE)