Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

A infeliz proeza inflacionária de Alberto Fernández na Argentina

Segundo pesquisa, presidente acumula uma inflação de 324% nos 37 meses em que está na Casa Rosada

Por Da Redação
15 fev 2023, 15h46

Com a alta de 6% no índice de preços ao consumidor no início de 2023 na Argentina, o governo do presidente Alberto Fernández, segundo a estimativa da fundação Libertad y Progreso, acumula uma inflação de 324% nos 37 meses em que está na Casa Rosada.

“O governo de Alberto Fernández acumula inflação de 324,4% , quase o dobro da de seu antecessor, Mauricio Macri, no mesmo número de meses e 28,8 pontos percentuais acima do prazo total”, informou o relatório, publicado pelo jornal argentino Clarín

Em quatro anos de governo, Macri somou 295% de inflação, e no segundo mandato da ex-presidente e atual vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, os números chegaram a 177%. Nos primeiros quatro anos que ela esteve na presidência, de 2007 a 2011, a inflação chegou a 127%. O menor número registrado foi durante o governo de Néstor Kirchner, que fechou com 66%.

+ Alberto Fernández a VEJA: “Deus é argentino”

“Os dados de janeiro foram um choque de realidade para um governo que acreditava estar fazendo certo ao renovar o programa de preços justos e adicionar produtos”, disse Lautaro Moschet, economista da fundação Libertad y Progreso, ao Clarín. “A realidade mostra que essa aceleração, em um mês em que a demanda por dinheiro tende a aumentar devido a uma sazonalidade, cria uma perspectiva sombria para os próximos meses”. 

Continua após a publicidade

Atualmente, cinco das dozes divisões que compõem o índice cresceram mais de 100%. A categoria com a maior inflação é a de “Vestuário e Calçado”, com um crescimento de 120,6% desde 1991, ano em que o país saiu da hiperinflação.

+ O ato falho de Alberto Fernández na abertura da Celac

Em 2022,  de acordo com o Centro de Análises e Pesquisas Fundar, a Argentina terminou em terceiro lugar no ranking global de inflação. Em primeiro lugar ficou o Sudão, com 263%, e o Líbano com 127%.

Nos últimos 16 anos, a Argentina ficou em 14º lugar no pódio das dez nações com maior inflação. Durante este período, o crescimento do país “deixou muito a desejar”, afirmou a instituição.  Mesmo com a tentativa de recuperar a economia no pós pandemia, em 2021 os argentinos ficaram, em média, 13% mais pobres do que em 2011.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.