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20 anos da devolução de Hong Kong à China: corrosão de liberdades

Pequim se esforça para emplacar discurso positivo, mas jovens cobram eleições livres para o governo da cidade e enfrentam resistência em manifestações

Por Johanna Nublat - 1 jul 2017, 08h00

O dia 1º de julho marca os vinte anos da devolução de Hong Kong à China, depois de um século e meio como colônia britânica. Sob a perspectiva do governo do presidente chinês Xi Jinping, há muito o que festejar: a data simboliza o retorno do território aos braços pátrios, o que lhe permitiu ser governado com autonomia por seu próprio povo.

A realidade, no entanto, é vista de outra forma por uma parcela da população de Hong Kong, sobretudo pelos jovens. Um deles é Joshua Wong, de 20 anos, figura central do Movimento dos Guarda-Chuvas, que tomou as ruas da cidade em 2014 cobrando eleições livres.

É difícil, para mim, entender que sou parte de um país governado por uma ditadura de um partido, porque isso não é democracia”, disse Wong a VEJA, horas antes de ser detido por participar de um protesto às vésperas de uma visita de Xi à cidade. “O mundo está vendo. Só Xi Jinping que não”, gritavam os manifestantes.

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