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Sucré Patisserie é eleita a melhor doceria de Fortaleza

Em 2019,. casa leva o quinto troféu concedido pelo júri de VEJA COMER & BEBER Fortaleza

Por Mônica Santos - Atualizado em 7 dez 2019, 01h01 - Publicado em 7 dez 2019, 00h01

Não foram poucas as mudanças que esta doceria sofreu nos últimos meses — a série de acontecimentos inclui até mesmo o fechamento, em maio, da loja que ficava no Meireles. Mas nada tirou o brilho da seção açucarada da marca, que é premiada por VEJA COMER & BEBER pela quinta vez, e muito menos o otimismo da proprietária, a chef pâtissière Lia Quinderé. Nadando contra a crise, ela inaugurou em março, na Cidade dos Funcionários, uma fábrica para produzir exclusivamente sua afamada coxinha. A estratégia deu muito certo: dali saem a cada mês 60 000 unidades pré-fritas do minissalgado feito com massa de macaxeira e recheio de frango orgânico. Em embalagem de 375 gramas (R$ 13,90), o produto é distribuído também para outras cidades do Nordeste, além de Goiânia e São Paulo. Com a nova operação azeitada, Lia ganhou mais espaço para os doces na cozinha da loja de Aldeota. Formada pela Le Cordon Bleu de Paris, ela cria receitas que evidenciam o seu domínio das técnicas e, muitas vezes, têm um viés regional. São exemplos o delicado macaron (R$ 4,40), cuja massa é feita de farinha de castanha-de- caju, e a barra de chocolate ao leite 45%, com cacau cearense cultivado no Tabuleiro de Russas — esse último, por causa da safra do cacau, só chega à loja em janeiro. Da linha clássica, não deixe de provar o minitronco de limão (massa de biscuit enrolada, recheada de brigadeiro da fruta e coberta de merengue italiano; R$ 12,90) e a nova torta de frutas vermelhas (R$ 13,90 a fatia). Com creme de chocolate, compota de frutas vermelhas e pimenta-rosa, ela tem como base o sucroc, uma casquinha feita de brownie que é vendida também em embalagem de 100 gramas (R$ 8,99) e promete ser o próximo sucesso escalonável da confeiteira. Rua Nunes Valente, 1310, Aldeota,3268-2983 (30 lugares). 9h/19h (sáb. até 17h; fecha dom.). Aberto em 2007.

2º lugar – Balu

No tradicional endereço batizado com o apelido da fundadora, Maria Lucíola Campos de Albuquerque, a dona Balu, são servidos doces como a torta crocante (R$ 10,30 a fatia), com massa de chocolate, castanhas carameladas e cobertura de glacê amanteigado. Nas vitrines são exibidos brigadeiros de chocolate branco (R$ 5,40 cada um), além de salgados como a coxinha de calabresa com catupiry (R$ 14,50 a unidade). Avenida Padre Antônio Tomás, 2133, Aldeota,3466-1050 e 99444-6074 (20 lugares). 9h/21h (dom. 10h/19h); Avenida Monsenhor Tabosa, 1717, Meireles,3248-2200 e 99969-0818 (40 lugares). 9h/21h (dom. 10h/19h). Aberto em 1981.

3º lugar – Tortelê

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Aberta há uma década, a rede conta com três endereços. Sob o comando da chef Ana Carolina Batista são preparadas tortas como a alpino de maracujá, feita com pão de ló de chocolate, recheio de brigadeiro, doce de leite e musse de maracujá (R$ 16,50 a individual e R$ 155,00, para trinta pessoas). Para quem quiser um salgado, há coxinhas variadas, como a de frango com cream cheese (R$ 9,95) e a de caranguejo com massa verde de cebolinha (R$ 13,50). Rua Vicente Leite, 1422, Aldeota,3224-6185 (40 lugares). 10h/19h; Rua República Armênia, 1170, Água Fria,3025-5222 (40 lugares). 12h/20h30;Shopping RioMar, 98101-5702 (12 lugares). Aberto em 2009.

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