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Webber crê que resultados definirão planos para 2013

Por Da Redação - 19 jun 2012, 13h03

O futuro do australiano Mark Webber na Fórmula 1 dependerá de seus resultados nesta temporada. O contrato do piloto com a Red Bull se encerra ao fim do Mundial e ele acredita que o desempenho durante o campeonato é fator determinante para o time decidir se renova seu vínculo.

Webber atualmente ocupa a quarta colocação do Mundial, com 79 pontos ganhos, apenas nove atrás do britânico Lewis Hamilton, líder da temporada. Ele subiu ao pódio uma vez no ano, quando venceu o Grande Prêmio de Mônaco.

‘A situação depende dos resultados que eu conseguir esse ano. Por enquanto tem sido inconsistente. Até Mônaco eu não tinha nem ido ao pódio, mas aí eu ganhei’, afirmou Webber ao site da revista britânica ‘Autosport’. ‘Obviamente há muita gente que quer ir para a Red Bull, mas a questão é: o time realmente quer mudar? Vamos ver o que acontece, só posso controlar o que eu faço e por enquanto tenho ido bem’.

Aos 35 anos de idade, o piloto australiano é um dos mais experientes da F-1 e sua saída da Red Bull é cogitada após o fim do Mundial. Do atual grid da categoria, ele é mais novo apenas do que o espanhol Pedro de La Rosa, de 41 anos, e do heptacampeão Michael Schumacher, de 43 anos de idade.

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‘No momento não tenho um contrato para o ano que vem, assim como no ano passado e no anterior a ele. Meus acordos são por uma temporada e quando eles acabaram nunca fomos ao mercado, porque sempre renovamos com a Red Bull’, explicou o piloto, que está no time desde 2007.Os rumores da Fórmula 1, que já apontaram a aposentadoria do australiano, dão conta da possibilidade de Webber conversar com a Ferrari para a temporada 2013. O brasileiro Felipe Massa, titular da escuderia italiana, também fica sem contrato no fim da temporada e não sabe se obterá a renovação, o que gera especulações de seu possível substituto.

‘Eu não tenho propostas da Ferrari, sei de pessoas que estavam falando muito sobre isso até Felipe ter um bom fim de semana em Monte Carlo. Mas se tudo fosse verdade, a Ferrari precisaria ter oito carros no próximo ano! E isso não é possível, são apenas dois’.

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