Clique e assine a partir de 9,90/mês

Walter Feldman: familiares não precisarão reconhecer vítimas

Secretário-geral da CBF afirmou que a identificação dos corpos será feita por técnicos, utilizando o passaporte dos membros da delegação da Chapecoense

Por Alexandre Salvador - Atualizado em 29 nov 2016, 19h18 - Publicado em 29 nov 2016, 18h18

Os familiares da delegação da Chapecoense morta em um acidente aéreo na região de Medellín não vão mais embarcar para a Colômbia. O secretário-geral Walter Feldman afirmou que as famílias não precisarão viajar, porque a estrutura oferecida pelo país e o estado dos corpos, que não foram carbonizados, proporcionaram que técnicos e legistas colombianos e brasileiros pudessem fazer o reconhecimento através de seus passaportes.

“Há uma expectativa de que esse trabalho seja terminado em um tempo razoável, para que, com aviões da FAB já esperando em Manaus, eles possam ir para Chapecó para realizar o funeral coletivo”, afirmou Feldman.

A preferência dos parentes de jogadores e integrantes da comissão técnica vitimados com a queda do avião era que os corpos viessem para o Brasil, para que o reconhecimento acontecesse na cidade de São Paulo. A primeira informação era que um impasse legal impediria isso. Porém, um acordo entre os governos do Brasil e da Colômbia facilitou o processo.

Ainda assim, familiares de alguns jornalistas mortos na queda do avião, membros da CBF e da Chapecoense vão para Colombia ainda nesta terça-feira. Já os parentes das vítimas que faziam parte do elenco, da comissão técnica e da diretoria do clube foram recomendados a permanecer em Chapecó.

Publicidade