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Vôlei: Brasil é tricampeão da Copa do Mundo com 100% de aproveitamento

Título veio com vitória por 3 sets a 1 sobre o Japão, em Hiroshima

Por Estadão Conteúdo - 14 Oct 2019, 10h46

A seleção brasileira masculina de vôlei garantiu nesta segunda-feira, 14, com antecipação de uma rodada, o título da Copa do Mundo. O troféu foi assegurado com uma vitória sobre o anfitrião Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/14 e 27/25, na cidade de Hiroshima.

O terceiro título brasileiro na Copa do Mundo – os anteriores foram em 2003 e 2007 – foi conquistado nesta segunda, faltando ainda um jogo para a seleção na competição, graças à grande campanha brasileira na disputa de pontos corridos. Foram 10 vitórias em 10 jogos, com apenas cinco sets perdidos no torneio até agora.

O atual campeão olímpico vai encerrar sua campanha contra a Itália, nesta terça, na tentativa de coroar a conquista com uma campanha invicta. A Copa do Mundo é considerada a terceira maior competição da modalidade, atrás apenas dos Jogos Olímpicos e do Mundial – a seleção também soma três títulos nestes dois grandes eventos.

A conquista desta segunda marca o maior título do técnico Renan Dal Zotto à frente da equipe desde que assumiu o comando, em janeiro de 2017, ao substituir o multicampeão Bernardinho. Antes, sob a orientação de Renan, o Brasil faturou o Sul-Americano e a Copa dos Campeões, ambos em 2017. E foi vice-campeão da Liga Mundial (atual Liga das Nações) no mesmo ano e do Campeonato Mundial, em 2018.

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Em sua trajetória rumo ao título, a seleção obteve sua maior vitória no domingo, quando bateu a poderosa Polônia. A equipe europeia se sagrou bicampeã mundial em duas finais em que venceu o Brasil. Com o triunfo desta segunda, a seleção alcançou os 29 pontos na tabela, sem poder ser alcançado justamente pela Polônia, que tem 25 e um jogo a menos.

 

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Participaram da campanha no Japão os levantadores Bruninho e Fernando Cachopa; os opostos Alan e Felipe Roque; os centrais Lucão, Maurício Souza, Isac e Flávio; os ponteiros Lucarelli, Leal, Douglas e Maurício Borges, e os líberos Thales e Maique.

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