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‘Velozes e Furiosos 6’: homenagem a bólidos dos anos 1970

Agora em Londres, sequência coloca em cena Dodge Charger e Ford Escort

Agora é a vez de Londres servir de palco para os pegas de Velozes e Furiosos. No sexto filme da lucrativa franquia, Dominic Toretto, o mocinho anabolizado e fora-da-lei interpretado pelo ator Vin Diesel precisa reunir seus amigos a pedido do agente da CIA, Luke Hobbs (Dwayne Johnson). A missão é desmantelar uma quadrilha de mercenários encabeçada pelo vilão motorizado Owen Shaw, vivido por Luke Evans. Ao lado de Toretto estão o fiel escudeiro Brian O’Conner (Paul Walker), Mia (Jordana Brewster), Roman (Tyrese Gibson), Tej (Chris Ludacris), Han (Sung Kang) e Letty (Michelle Rodrigues).

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A receita do filme é a mesma de sempre: heróis velozes, vilões furiosos, belas mulheres, explosões, pancadaria e, obviamente, cenas de perseguição de tirar o fôlego. Mas os carros evoluíram. Ou melhor, regrediram. Bem, independente do ponto de vista, Velozes e Furiosos 6 presta uma homenagem aos bólidos dos anos 1970 – Diesel pilota um Dodge Charger Daytona 1969 e O’Conner um Ford Escort RS1600 1970. Há ainda um britânico Jensen Interceptor 1970, um Plymouth Hemi Cuda 1970 e um esquisito carro-rampa, com estrutura tubular, motor V8 6.2 e rodas traseiras que esterçam, permitindo que o veículo se mova lateralmente.

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A escolha do elenco motorizado desta sequência, aliás, em nada lembra a frota do primeiro Velozes, recheada de esportivos japoneses cobertos por adesivos coloridos. Ao primeiro filme, de 2001, se atribui o surgimento do tuning, a personalização automotiva que virou febre no mundo inteiro, e que hoje soa como algo datado.