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Último teste: com Neymar de volta, seleção recebe Honduras no Beira-Rio

Equipe faz último amistoso antes da estreia na Copa América no domingo, contra o Peru

Por Da Redação 10 jun 2015, 10h12

A seleção brasileira encerra nesta quarta-feira a sua curta preparação para a Copa América do Chile, com um amistoso diante de Honduras, às 22 horas, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. A equipe entrará em campo em busca da 10ª vitória em 10 partidas sob o comando do técnico Dunga, que terá o retorno de seu capitão e principal jogador, Neymar, ausente na vitória sobre o México no último amistoso, em São Paulo.

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Havia a possibilidade de Neymar ser poupado do jogo, já que passou por desgastantes viagens depois da conquista da Liga dos Campeões pelo Barcelona, no fim de semana. No entanto, o craque treinou normalmente nesta terça e, justificando sua fama de “fominha”, está confirmado como titular. É provável, porém, que Neymar não atue os 90 minutos e dê lugar a Robinho, que se recuperou das dores no joelho que o tiraram dos treinos em Teresópolis (RJ).

Com exceção do lateral-direito Danilo, que com o tornozelo direito inchado será substituído por Fabinho, o time que iniciará a partida deverá ser o da estreia na Copa América, neste domingo, contra o Peru, em Temuco. Philippe Coutinho e Willian voltarão a formar o meio-campo, com Tardelli e Neymar mais avançados. “É o último jogo preparatório e a gente tem de testar os jogadores que vão iniciar a competição”, afirmou Dunga.

O treinador, no entanto, tem uma preocupação, às vésperas da estreia do torneio: a possível truculência da equipe hondurenha. Em amistoso recente entre as duas seleções, vencido pelo Brasil por 5 a 0 em novembro de 2013, o time da América Central abusou das faltas, principalmente em Neymar. “O juiz está aí para controlar o jogo. Mas a poucos dias de uma competição, se um jogador estiver sofrendo muitas faltas, teremos de poupá-lo”, disse Dunga.

O treinador sabe que o título da Copa América será importante para a autoestima da seleção – tão abalada depois do fracasso no Mundial em casa -, além de dar uma vaga na Copa das Confederações de 2017, na Rússia. Torneio que, para Dunga, tem importância relativa. “Quanto mais competições de alto nível você tiver, melhor. Mas fundamental é chegar bem na Copa do Mundo, com os jogadores em boas condições”.

(Com Estadão Conteúdo)

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