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UFC Rio: três vitórias sensacionais. Mas uma não valeu

Por Rafael Lemos, do Riode Janeiro 15 jan 2012, 01h16

Na luta de abertura do card principal da segunda edição do UFC Rio, o brasileiro Edson Barboza conquistou uma vitória impressionante sobre o inglês Terry Etim. Com um chute rodado que atingiu o rosto do adversário em cheio, Barboza vira forte candidato a faturar o prêmio de nocaute da noite. O golpe foi saudado como histórico e um dos mais impressionantes da história do UFC, segundo palavras do repórter oficial da organização ainda no octógono. O chefão do UFC, Dana White tuitou: “Dana White @danawhiteHoly shit!!!!!!!! Most brutal KO I have ever seen in front of me!!!!!” (“O nocaute mais brutal que já na minha frente”.). Uma cena pronta para ser usada em qualquer filme de ação…

O UFC Rio teve sua primeira grande polêmica. Erick Silva foi desqualificado, em um erro do árbitro brasileiro Mário Yamasaki. Depois de assistir às imagens, Yamasaki reconheceu a falha e justificou-se dizendo que pareceu que Erick tinha golpeado a parte de trás da cabeça do adversário. Se a vitória tivesse sido confirmada, Erick teria repetido a façanha do primeiro UFC Rio, em agosto do ano passado, quando nocateou seu adversário logo no início do primeiro round. Naquela luta, foram necessários apenas 40 segundos para derrotar Luís “Beição” Ramos. Dessa vez, Erick foi ainda mais rápido: 29 segundos.

Em seguida, foi a vez do brasileiro Rousimar “Toquinho” Palhares emplacar uma vitória no primeiro round. Ele finalizou o americano Mike Massenzio com uma chave de calcanhar. Palhares também saiu vitorioso do octógono no primeiro UFC Rio. Na ocasião, no entanto, ele ficou marcado por ter comemorado antes do tempo o êxito sobre o norte-americano Dan Miller. Depois de sofrer no restante da luta, ele acabou confirmando o resultado com uma vitória por pontos.

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