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UFC: após a quente Fortaleza, mais dois eventos no Brasil

<p>Executivo da franquia reclamou do calor no ginásio, mas aprovou o primeiro evento no Nordeste. BH, Brasília e Porto Alegre podem receber lutas em 2013</p>

Por Davi Correia, com fotos de Heitor Feitosa, de Fortaleza Atualizado em 11 jan 2022, 21h29 - Publicado em 9 jun 2013, 08h08

“Tivemos problemas para montar a estrutura em Fortaleza, mas nossa equipe fez um ótimo trabalho. Um ar condicionado teria sido muito bom”, disse, sorrindo, o executivo do UFC

Depois de mais uma noitada de lutas no país, a terceira do ano, o UFC já tem mais duas datas reservadas para o Brasil ainda em 2013. Além do evento já confirmado para agosto, no Rio de Janeiro, com José Aldo fazendo a luta principal, a franquia deverá voltar ao país em setembro. O local do evento ainda não foi decidido, mas as especulações apontam Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre como possíveis destinos. De acordo com Marshall Zelaznik, executivo do UFC, as arenas brasileiras ainda deixam a desejar, mas os organizadores, já experientes, vêm conseguindo realizar eventos de bom nível no país. Como já é de costume, o representante do UFC elogiou o público brasileiro, que voltou a lotar um ginásio e fazer muito barulho para apoiar os atletas, mas reclamou do calor dentro do ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza.

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“Os fãs brasileiros nunca decepcionam. Estávamos animados quando realizamos a primeira noite de lutas no país, em 2011, mas ficamos surpresos com esse sucesso de público tão grande. Tivemos problemas para montar a estrutura em Fortaleza, mas nossa equipe fez um ótimo trabalho. Um ar condicionado teria sido muito bom”, disse, sorrindo, pouco antes de exaltar os lutadores brasileiros: “Foi a primeira vez que todos os atletas do Brasil venceram seus combates, e isso mostra a força do país no esporte”. O UFC de Fortaleza levou 6.286 torcedores ao ginásio, o menor público desde que o UFC retornou ao Brasil depois do evento pioneiro de 1998.

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Os números, aliás, está em queda: depois de atrair pouco mais de 9.000 pessoas em São Paulo, o evento levou cerca de 7.600 à arena de Jaraguá do Sul. Mas se engana quem acha que o UFC está insatisfeito. Tanto em Jaraguá como em Fortaleza, o público menor se explica simplesmente pela capacidade máxima dos ginásios, que estavam cheios em ambas as noites. Além disso, a arrecadação com bilheteria não chega a ser a prioridade da franquia, que se mostra muito mais interessada em espalhar o MMA pelo país e conquistar mais fãs – e consumidores – para os próximos anos. Depois de sair do eixo Rio-São Paulo e realizar seus primeiros eventos no Sul e no Nordeste, o UFC e sua parceira comercial no país, a IMX, do empresário Eike Batista, avaliam outras escalas para seu seu plano de expansão.

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