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Tricolor se sente guerreiro em Fortaleza e promete virada na volta

Por Da Redação 11 ago 2011, 00h20

Até como consolo à virada cedida só aos 49 minutos do segundo tempo, o São Paulo lembra de sua postura de aplicação para segurar o Ceará na derrota por 2 a 1 nessa quarta-feira. O time exaltou seu espírito até para garantir uma vitória por 1 a 0 ou dois gols de diferença no dia 24, no Morumbi, para continuar na Sul-americana.

‘Destaco nosso espírito guerreiro, com luta, entrega, superação. Tentamos o gol mesmo pressionados’, elogiou Adilson Batista, que ficou com um a menos desde o início do segundo tempo devido à expulsão de Denilson e pediu para alguém ajudar Fernandinho a segurar a bola na frente.

A inferioridade numérica prejudicou, como admitem os próprios atletas. ‘Lutamos muito, mas complicou depois da expulsão’, afirmou Rhodolfo, que deixou o jogo no intervalo por conta de um incomodo muscular e teve seu posto na zaga ocupado por Denilson e, depois, Piris.

‘O 1 a 1 seria uma vitória para nós, mas eles ficaram com um a mais, pressionaram e ganharam’, lamentou Rogério Ceni, que executou excelentes defesas na tentativa de segurar o adversário, motivado pelo estádio lotado. ‘O gol foi uma pena porque lutamos demais, fomos valentes, guerreiros’, elogiou o goleiro.

Com esta atitude, os são-paulinos acreditam que não serão eliminados logo em uma fase preliminar da única competição continental que disputarão na temporada. ‘Na nossa casa, com o apoio da torcida, com certeza vamos conseguir a classificação. Temos todas as chances ainda’, disse Rhodolfo.

Adilson Batista valoriza principalmente o gol de Rivaldo, que abriu o marcador. ‘Não foi o resultado que queríamos, mas fazer um gol na casa do adversário é importante. Vai nos ajudar muito no jogo de volta’, previu o treinador.

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