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Torcida pressiona e pede saída de Paulo Henrique Ganso

Muros do CT Rei Pelé foram pichados com frases "Fora Ganso"

Por Da Redação 30 ago 2012, 09h22

“Sou um dos salários mais baixos da equipe e a torcida está gritando que eu sou mercenário”, disse Paulo Henrique Ganso

A permanência do meia Paulo Henrique Ganso no Santos está cada vez mais complicada. Além do protesto contra o jogador, chamando-o de mercenário e atirando moedas em sua direção, após a derrota para o Bahia, torcedores estenderam as manifestações até o CT Rei Pelé e picharam os muros com frases “Fora Ganso”. A situação deixou o atleta preocupado, e cinco seguranças escoltaram Paulo Henrique Ganso em sua saída do CT.

Com mais esse protesto, Paulo Henrique Ganso se sente desamparado pela diretoria santista. Temeroso pela sua segurança, o meia acredita que a nota oficial divulgada pelo Santos na sexta, criticando sua declaração de que “seria um prazer jogar no São Paulo”, e as palavras do presidente Luis Álvaro de Oliveira, dizendo que esse assunto “encheu o saco”, contribuíram para as manifestações da torcida. “Sou um dos salários mais baixos da equipe e a torcida está gritando que eu sou mercenário. Se bem que se você prestar a atenção, foi só uma parte da torcida que gritou isso. Como eu falei, não é a primeira vez que passo por isso. Tenho que manter a cabeça tranquila porque é até difícil falar a verdade”, disse Paulo Henrique Ganso. Solidário ao jogador, o técnico Muricy Ramalho reuniu o time no gramado da Vila Belmiro para que todos saíssem juntos, tentando evitar manifestações contra Paulo Henrique Ganso. A medida não foi eficaz e a torcida jogou moedas no jogador. Nos vestiários, o treinador defendeu Ganso. O atacante Neymar também se posicionou a favor do jogador e cobrou uma definição da diretoria. (Com agência Gazeta Press)

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