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Tom Brady tenta um histórico 5º título no Super Bowl

Marido de Gisele Bündchen deve escrever de vez seu nome na história da liga do futebol americano

Por Da redação
Atualizado em 6 fev 2017, 17h10 - Publicado em 5 fev 2017, 09h44

No início da temporada 2016-2017 do futebol americano, a modelo brasileira Gisele Bündchen publicou uma foto recebendo um passe do marido, o astro da modalidade, Tom Brady, e avisou aos fãs e rivais do New England Patriots: “Não se preocupem. Ele vai estar preparado”. A promessa foi cumprida e, neste domingo, às 21 horas (pelo horário de Brasília), Brady entra em campo para decidir o Super Bowl 51 contra o Atlanta Falcons — e escrever de vez seu nome na história da NFL (National Football League), a liga do futebol americano. A previsão é que mais de 1 bilhão de pessoas vejam o jogo pela TV.

A brincadeira foi uma forma de mostrar que o quarterback, responsável por comandar as ações ofensivas, estava treinando por conta própria depois de ser punido em escândalo envolvendo a calibragem irregular das bolas usadas por sua equipe nos playoffs do ano anterior.

Quando pisar no gramado do NRG Stadium, em Houston, o veterano de 39 anos jogará seu sétimo Super Bowl, maior marca da história da NFL, superior até ao número de 28 das 32 franquias que disputam a liga. Se ganhar o troféu Vince Lombardi, outra marca impressionante será alcançada. O camisa 12 deixará para trás as lendas Terry Bradshaw e Joe Montana e será o quarterback com mais títulos da história. E, mesmo que o recorde não venha, Brady garante que sua carreira não está no fim. “É bom me sentir melhor fisicamente à medida que as temporadas vão passando. Espero seguir jogando”, disse, em entrevista, o Mister Super Bowl.

Escolha número 199 do recrutamento de 2000, Brady mostra a mesma paciência da espera para encontrar seus companheiros nos jogos. Até mesmo quando é questionado sobre a punição das bolas murchas, ele mantém a serenidade. “Não ligo mais para isso. Estou pensando em coisas positivas, tentar alcançar meus objetivos. Bom ou ruim? Indiferente. Sou uma pessoa positiva e tento levar a vida desta maneira. Queremos vencer este jogo e é por isso que estamos aqui.”

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Querendo estragar a festa, o Atlanta Falcons também conta com uma estrela na posição de quarterback: Matt Ryan. Destaque da universidade Boston College, vizinha à sede dos Patriots, ele se tornou amigo de Brady durante o começo de carreira. Após um excelente ano, o atleta de 31 anos admitiu ter trocado de mentor para a sua primeira aparição no Super Bowl. Ele se aconselhou com os irmãos Peyton Manning, cinco vezes melhor da liga, e Eli Manning, homem responsável pelas únicas duas derrotas de Tom Brady no Super Bowl, em 2008 e 2012. “Conheci Eli ao longo dos anos. Conselho dele foi: ‘Vocês se conhecem e sabem o que fazem’. No fim das contas, esse é provavelmente o melhor conselho que você pode receber. Confiar no que fazemos, confiar no nosso processo, em quem somos e como fazemos as coisas. Acho que estaremos prontos.”

O Atlanta Falcons terminou a temporada com média de 33,8 pontos por jogo. Já os Patriots lideraram os números defensivos com menos da metade disso, 15,6. Esta será a sexta vez que o melhor ataque enfrenta a melhor defesa na decisão da NFL. A defesa levou a melhor em quatro delas.

Final cara e popular

Palco de grandes eventos musicais e esportivos como a Copa América Centenário, o NRG Stadium volta a receber o Super Bowl após 13 anos. Construído em 2002 para ser a casa do Houston Texas, o estádio tem capacidade de 71.975 lugares e possui um moderno teto retrátil. Acompanhar um jogo esportivo concorrido, com um grande show no intervalo, não é barato. O ingresso com preço mais popular para a partida não era negociado por menos de 6 000 reais, de acordo com o site de revendas StubHub. Já quem preferiu fazer um rateio com os amigos e fechou um camarote com 26 lugares, por exemplo, pagou o equivalente a 1,3 milhão de reais.

Fora de campo, o Super Bowl também é o dia mais esperado pelo mercado publicitário nos Estados Unidos. Muitas empresas, dos mais variados segmentos, investem em grandes produções e deixam para lançar produtos nesta data. Neste ano, a compra de 30 segundos de propaganda no intervalo do jogo foi negociado por quase 16,5 milhões de reais. O objetivo dos anunciantes é atingir o público de mais de 1 bilhão de pessoas que deve acompanhar a partida em tempo real pelo mundo.

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No Brasil, o esporte teve um crescimento em audiência de 800% entre 2011 e 2015. Em recente pesquisa do Ibope, 15,2 milhões de brasileiros declararam ser fãs da modalidade.

Palco de polêmica

O NRG Stadium foi palco da vitória do New England Patriots sobre o Carolina Panthers, por 32 a 29, na decisão do Super Bowl 38. Mas foi o concorrido Show do Intervalo daquela edição de 2004 que ganhou repercussão da mídia mundial.

No fim da música Rock Your Body, Justin Timberlake arrancou parte da roupa de Janet Jackson, deixando o seio da cantora exposto. A performance da dupla foi vista por mais de 90 milhões de pessoas e gerou um recorde de 540 mil reclamações ao FCC ( Federal Communications Commission), órgão americano responsável por avaliar queixas do público contra emissoras de TV.

Desta vez, Lady Gaga será responsável por comandar o espetáculo. Dona de seis Grammys, a estrela pop se junta a um seleto grupo de artistas que já se apresentou no Super Bowl, como Paul McCartney, Beyonce, Katy Perry, U2, Madonna, The Who e Michael Jackson.

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(Com Estadão Conteúdo)

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