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Tite atinge novo patamar e entra para rol seleto de treinadores

Por Da Redação
5 jul 2012, 00h04

O feito desta quarta-feira, somado ao título brasileiro do ano passado, elevou Tite a um novo patamar. Acostumado até pouco tempo atrás a elencar as conquistas obtidas somente no futebol gaúcho, ele entra para um rol seleto de 12 treinadores brasileiros que conquistaram a Copa Libertadores.

‘Todos devem ter autoestima, mas não mexo com vaidade. Sei que não existe o cara que vence nem o que perde. Fico muito feliz, isso vai desde o Andrés (Sanchez, presidente que o contratou), passa pelo Mário (Gobbi, presidente atual), pelos atletas, aquela primeiro grupo, com Ronaldo, Roberto Carlos e Elias, e pela equipe atual’, diz.

Apesar dos dois grandes títulos, Tite não teve vida mansa em sua segunda passagem pelo Corinthians. Contratado em outubro de 2010 para voltar ao clube do qual foi demitido cinco anos antes, ele enfrentou turbulências e por pouco não foi demitido algumas vezes em 2011, principalmente depois da eliminação na fase preliminar da Libertadores, diante do Tolima.

O momento que atravessa agora, no entanto, é bastante diferente. De ameaçado no cargo a campeão, Tite é também o treinador que mais vezes dirigiu o Corinthians na competição sul-americana: com a final desta quarta-feira, chegou a 16 partidas, superando em duas o recorde que era de Oswaldo Olivera, comandante nas edições de 1999 e 2000 – anos em que a equipe caiu para o arquirrival Palmeiras, nas quartas de final e na semifinal, respectivamente.

‘Lembro no começo do torneio de dizer que tudo que era menos do que final eu já havia vivido (foi semifinalista com o Grêmio, em 2002, e caiu frente ao Olímpia-PAR). Mas não sei se esse é o momento mais importante da minha carreira, o título mais importante. Porque não sei como teria sido se eu não tivesse o primeiro título, lá no Veranópolis (campeão da segunda divisão gaúcha, em 1993). Talvez eu não tivesse chegado até aqui’, salienta.

Técnicos brasileiros campeões:

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Lula (1962 e 1963, pelo Santos)

Zezé Moreira (1976, pelo Cruzeiro)

Paulo César Carpegiani (1981, pelo Flamengo)

Valdir Espinosa (1983, pelo Grêmio)

Telê Santana (1992 e 1993, pelo São Paulo)

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Luiz Felipe Scolari (1995, pelo Grêmio, e 1999, pelo Palmeiras)

Paulo Autuori (1997, pelo Cruzeiro, e 2005, pelo São Paulo)

Antônio Lopes (1998, pelo Vasco)

Abel Braga (2006, pelo Internacional)

Celso Roth (2010, pelo Internacional)

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Muricy Ramalho (2011, pelo Santos)

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