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Tiros de prata e fuzil: os contrastes do primeiro dia de Deodoro

Medalha no tiro esportivo coincidiu com disparo de bala perdida atingindo centro de mídia

Por Thiago Prado 6 ago 2016, 21h58

As armas foram as grandes protagonistas do primeiro dia de competições no Complexo de Deodoro, no Rio de Janeiro. Ressalte-se que no sentido positivo e negativo.  Se por um lado o local foi palco da medalha do tiro esportivo, por outro teve que conviver com uma misteriosa bala perdida que atingiu a sala de imprensa do Hipismo. Ninguém ficou ferido.

O incidente com o projétil ocorreu no fim da manhã. A bala foi encontrada por um australiano, que relatou o fato às autoridades de segurança. Um buraco foi aberto na cobertura da sala com o disparo: “Não tem nada a ver com os Jogos, sabemos disso já. Não foi um ataque direcionado. Não estamos no alvo. Assim que tivermos mais informações, vamos passar a vocês”, explicou o diretor geral de comunicação dos Jogos, Mário Andrada. A segurança foi reforçada em Deodoro, segundo a Rio 2016.

Próximo a Deodoro está a favela do Chapadão, local em que o tráfico de drogas impõe suas regras e frequentemente entra em confronto com a Polícia.

“As polícias civil e militar foram acionadas e realizaram a perícia do local. As providências para a averiguação do possível disparo estão em curso e sendo conduzidas pelas Forças de Segurança em Deodoro”, afirmou o Ministério da Defesa.

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