Assine VEJA a partir de R$ 9,90/mês.

Tinder na Vila: atletas bombam o app que facilita a paquera

De acordo com o Tinder, os "matches" aumentaram incríveis 129% na região onde os atletas se hospedam

Por Da redação - Atualizado em 11 ago 2016, 14h51 - Publicado em 11 ago 2016, 11h09

A paquera na Vila Olímpica não é uma novidade, mas os atletas que competem nos Jogos Rio-2016 estão encontrando meios de facilitar esse processo: para aliviar a tensão, os esportistas estão abusando do uso do aplicativo Tinder. Entre os usuários da ferramenta de encontros amorosos, agora é possível encontrar perfis de muitos dos 11.500 atletas de diversas modalidades olímpicas, hospedados em um complexo de 31 prédios no Rio de Janeiro. De acordo com o Tinder, os “matches” (quando alguém é marcado como interessante e essa pessoa “retribui” a intenção) aumentaram incríveis 129% na região onde os atletas se hospedam.

Leia também:
Usuários do Tinder têm imagem negativa do próprio corpo
Jovens de hoje fazem menos sexo que gerações anteriores

Um judoca da Suécia, Marcus Nyman, falou ao site do New York Times que conseguiu dez “matches” em seu primeiro dia no Rio. Nos Jogos Olímpicos, a paquera e o uso do aplicativo parecem estar liberados – os comitês não deram orientações para evitar o uso do Tinder durante os Jogos.

Sexo na Vila

Nesta semana, um caso que supostamente envolveu sexo na Vila Olímpica repercutiu na imprensa brasileira: a dupla de salto ornamental do Brasil, Ingrid Oliveira e Giovanna Pedroso, teria se desentendido e decidido finalizar a parceria após uma série de discussões; a última teria sido decisiva para a separação. Ingrid teria levado outro atleta brasileiro para o quarto que dividia com a parceira e pediu que Giovanna saísse do local. A parceira de Ingrid foi para outro cômodo e, no dia seguinte, relatou o caso aos superiores, afirmando que Ingrid havia passado a noite com o atleta. O caso não foi confirmado pelas esportistas.

Publicidade