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Técnico do San Lorenzo briga com auxiliar de ex-treinador em estacionamento

(atualiza quarto parágrafo e acrescenta declarações do advogado do auxiliar)

Buenos Aires, 14 mai (EFE).- O técnico do San Lorenzo, Ricardo Caruso, foi parar nesta segunda-feira em uma delegacia após brigar com um dos auxiliares técnicos do ex-treinador da equipe argentina.

A confusão aconteceu minutos depois de Caruso ter participado de um programa na emissora ‘TyC Sports’ para falar da situação do San Lorenzo, que luta desesperadamente para se manter na primeira divisão argentina.

Segundo testemunhas da imprensa local, Fabián García, auxiliar de Leonardo Madelón, que foi substituido por Ricardo Caruso, agrediu o atual técnico do ‘Ciclón’ no estacionamento do canal esportivo.

As imagens da briga, que ocupam um grande espaço na televisão e na internet, mostram apenas o momento em que, aparente machucado, Caruso vai em busca de García na rua e tenta agredí-lo fisicamente diante da presença de um policial. Os dois foram detidos temporariamente em uma delegacia próxima à rede de TV local.

Ao sair da sede policial, Caruso Lombardi disse que denunciou Fabián García e contou sua versão dos fatos.

‘Ele foi com outros dois homens ao estacionamento e me deu um soco no olho. Fiquei atordoado, mas comecei a xingá-lo e depois parti pra cima dele e nos agredimos fisicamente. Caímos no chão e aí os dois que estavam com ele começaram a me chutar’, alegou.

Caruso Lombardi disse que García ‘não está bem da cabeça’ e o denunciou por agressão.

‘Nem o conheço. Não tenho relação com ele. Deve ter ficado ofendido porque sucedi Madelón tanto no Quilmes (em 2011) como no San Lorenzo neste ano’, acrescentou.

Mais tarde, Eduardo Palomar, advogado de García, negou que seu cliente tivesse ido atrás de Caruso Lombardi para agredí-lo e que estava acompanhado por duas pessoas.

‘Ele foi ao colégio de seu filho, que fica a 80 metros do canal, e cruzou com Caruso Lombardi. Houve acusações e insultos, e depois o que se viu. Mas García não precisa andar escoltado por duas pessoas’, disse Palomar. EFE