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Técnico de Murer admite temor antes de Mundial por marca de americana

Por Da Redação
13 set 2011, 15h44

A brasileira Fabiana Murer conquistou a inédita medalha de ouro do salto com vara no Campeonato Mundial de Daegu, em agosto, mas seu técnico, Elson Miranda, chegou à Coreia do Sul receoso de que a atleta não subiria ao lugar mais alto do pódio. Com uma temporada sem marcas muito expressivas, ela ainda teria que enfrentar a norte-americana Jennifer Suhr, dona do melhor salto do ano, 4,91m.

‘Ela tinha 4,91m, era uma marca que dava um certo medo. A Fabiana não tinha uma marca que desse uma noção para a gente, a melhor delas foi justamente em Londres, a última competição antes do Mundial’, disse Elson.’A gente achava que 4,80m era medalha e eu falei para a Fabiana ‘primeiro você pensa na zona de medalha’, e ela passou os 4,80m na segunda tentativa’, complementou

Com a medalha de prata já garantida, Fabiana posicionou o sarrafo a 4,85m do chão e o superou, garantindo o ouro e deixando a segunda colocação para a alemã Martina Strutz, que parou em 4,80m. A brasileira ainda tentou superar a melhor marca do ano, saltando para 4,92m, mas falhou.Para as competições da próxima temporada, Elson acredita que Fabiana tem condições de saltar, ao menos, 4,90m, e sonha com sua pupila e esposa ultrapassando a barreira dos 5m. O recorde mundial da modalidade é 5,06m, da russa Yelena Isinbayeva, que se recupera após uma temporada de lesões e crise técnica e ainda não retornou ao auge de sua forma.

‘O 5m é uma marca bem possível para as mulheres, a Fabiana tem condições de fazer isso. O 4,90m é uma realidade para ela e a gente vai tentar chegar nessa marca de 5m antes das outras, ou antes mesmo da Yelena se recuperar. Nas Olimpíadas quero que a Fabiana esteja saltando 4,90m’, explicou o treinador.

Sem a mesma velocidade e força física de suas principais rivais, a brasileira compensa as deficiências com uma técnica superior e treinamento intensivo. ‘Ela não é tão veloz, tão forte como outras atletas, mas apostou e o salto com vara pemite que um atleta com a técnica supere a falta de condição física, geneticamente falando’, avaliou Elson.

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