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Técnico à moda antiga, Leão se orgulha do ataque do São Paulo

‘Eu me considero um treinador que gosta de ver o bom, antigo e ofensivo futebol brasileiro’. Com estas palavras, o técnico Emerson Leão explicou o atual momento do ataque do São Paulo, que marcou 26 gols nas primeiras 11 rodadas do Campeonato Paulista e perde apenas para o Santos, por um, como time mais goleador da competição.

O treinador sente orgulho dos jogadores de frente do São Paulo, que não decepcionaram quando exigidos e construíram a marca do Tricolor. Diferentemente das últimas temporadas, a equipe tem se destacado como detentora de um ataque eficiente, situação exaltada pelo comandante.

‘Não jogamos só à moda antiga, mas com toda nossa eficiência ofensiva a serviço dos atacantes. Estamos alimentando bem os homens ofensivos, com velocidade e boa troca de passes. Quem entra ou sai do time dá conta e é isso que pretendemos: ter um número efetivo de saldo de gols’, analisou Emerson Leão.

O principal artilheiro da equipe no Estadual é Willian José, com nove gols marcados, seguido por Cícero e Lucas, com quatro cada um, além de mais cinco jogadores com um gol cada – Luis Fabiano, Wellington, Edson Silva, Rhodolfo e Jadson. Enquanto o camisa 9, principal nome do setor, se recuperava de lesão, Willian o substituiu e acabou se tornando vice-goleador do Paulistão, com apenas um gol a menos que Hernane, do Mogi Mirim

Leão ainda aproveitou para explicar o motivo de tantos gols marcados e da comemorada ‘eficiência ofensiva’: ‘Estamos correndo riscos o tempo todo, mas sempre em nome do bom futebol. O torcedor são-paulino sabe disso. Nós temos um volume de batidas a gol muito boa e precisamos conservar isso’.Retranca – Apesar de exaltar o futebol bonito e o ataque positivo, Leão não descarta lançar mão da retranca na defesa em nome do resultado: ‘A individualidade sempre resolveu, a ofensividade sempre resolveu, mas temos que agregar outras coisas. Deixo os atacantes soltos, mas tem momentos em que você precisa jogar defensivo e eu posso fazer isso também. A necessidade dá o tom’