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Taxas de imigração da Índia ainda preocupam a F-1

Por Da Redação 27 set 2011, 10h14

Mesmo a poucas semanas da realização do primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 na Índia, nem tudo está resolvido para a chegada dos pilotos e equipes no país asiático. O circo não esconde a preocupação com as taxas de imigração obrigatórias, que ainda não foram solucionadas pelos organizadores da prova.

O governo local está cobrando impostos bastante altos para a realização da corrida de F-1 no país. Um boicote à prova chegou a ser cogitado, mas foi rapidamente vetado quando os organizadores afirmaram que tentariam fazer o possível para evitar gastos desnecessários.

A Jaypee Sports Internacional (JPSI), promotora do GP da Índia, chegou a se oferecer para pagar as taxas, mas ainda não o fez. O Conselho Central de Impostos e Alfândega (CBEC, em inglês) rejeitou a tentativa de redução do fisco, o que mantém a possibilidade dos times terem que pagar pela entrada temporária no país com seus equipamentos.

Presidente da Associação de Times de Fórmula Um (FOTA, em inglês), Martin Whitmarsh admitiu a preocupação com a questão da imigração na Índia. Ele garantiu a realização da prova no dia 30 de outubro, mas contou que os problemas com o governo local ainda precisam ser resolvidos.

‘Todos, pilotos e times, estão preocupados (com a questão) porque o regime tributário é bastante rígido. Com certeza não sou competente para dizer em que situação estamos, mas há algumas discussões em andamento. Iremos correr na Índia, mas precisamos definir essas questões’, explicou.

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