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‘Somos a melhor equipe’, diz Iziane após bronze no Pan

Por Da Redação 26 out 2011, 08h34

Por AE

Guadalajara – Depois da surpreendente e frustrante derrota para Porto Rico na semifinal do torneio de basquete feminino dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil teve de se contentar com a disputa pelo terceiro lugar na noite da última terça, quando venceu a Colômbia por 87 a 48 e assegurou a medalha de bronze, em Guadalajara. Em seguida, as porto-riquenhas conquistaram o ouro com um triunfo por 85 a 67 sobre o México na decisão.

Apesar de o bronze não ter sido o resultado almejado pela seleção brasileira, que contava com sua classificação para a final, as jogadoras deixaram a quadra exibindo um discurso positivo. Cestinha do duelo contra Porto Rico, com 20 pontos, a ala Iziane ressaltou que o fato de o Brasil ter terminado em terceiro lugar não altera o status que o País ostentava antes do início do Pan.

“Ainda somos a melhor equipe desse torneio. Mas basquete é assim mesmo, se uma equipe não joga bem, perde. E na semifinal contra Porto Rico não jogamos bem, e perdemos”, afirmou Iziane. “Foi muito difícil focar para esta partida de hoje (quarta), fiz uma força muito grande. Felizmente hoje deu tudo certo e vamos voltar para casa com a medalha de bronze”, completou a cestinha.

A pivô Erika, companheira de time de Iziane no Atlanta Dream, também valorizou a conquista do bronze, apesar de ter lamentado o seu desempenho na semifinal diante de Porto Rico. “Saio de Guadalajara com a cabeça erguida porque conquistamos uma medalha. Infelizmente ontem (terça-feira) não consegui ajudar a equipe como pretendia e por isso não estamos disputando a final”, disse, para depois enfatizar que o Pan serviu como lição para a seleção, agora focada nos Jogos Olímpicos de 2012. “É um evento muito bacana, uma mini Olimpíada que nos trouxe um aprendizado importante para as próximas competições”, reforçou.

Já o técnico Enio Vecchi seguiu a mesma linha de discurso das suas comandadas e acredita que a facilidade que o Brasil teve para superar as suas adversárias na primeira fase do Pan acabou sendo prejudicial para a equipe, que não soube administrar o seu favoritismo na semifinal.

“Caímos em uma chave fraca e talvez isso tenha ficado no subconsciente das atletas. Porto Rico entrou sabendo da qualidade do nosso time e veio forte. Mas tudo isso serve de aprendizado. Vem sendo muito prazeroso trabalhar com essa equipe”, disse o treinador.

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