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Sob gritos de ‘segunda divisão’, Fluminense vence Palmeiras

Por Da Redação 26 abr 2014, 23h46

O Fluminense só disputa a Série A neste ano graças à decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e, em seu primeiro jogo como visitante no torneio, não escapou dos gritos de ‘segunda divisão’ da torcida adversária. Na disputa deste sábado no estádio do Pacaembu, em São Paulo, o time carioca venceu o Palmeiras por 1 a 0.

Perto de acertar com o São Paulo, Alan Kardec alegou sofrer de gastrite e não ficou nem no banco. Foi da cara linha ofensiva do Fluminense que saiu o gol que mantém os 100% de aproveitamento do time, com Conca tocando para Fred e Rafael Sobis aproveitando para colocar a bola no fundo das redes, aos 44 minutos do primeiro tempo.

O Palmeiras sofreu baixas. Além de Alan Kardec, Bruno César, Victorino e Thiago Martins ficaram de fora da disputa, sem condições físicas. Com quem sobrou, o técnico do Palmeiras, Gilson Kleina, resolveu iniciar a partida com três volantes e só Leandro no ataque, uma formação nada sedutora aos 11 mil torcedores que pagaram ingresso e enfrentaram frio nesta noite de sábado.

Não adiantou Valdivia chamar a responsabilidade, como se fosse o capitão na linha. Wesley se recusou a atender o pedido do técnico em se aproximar do chileno, preferindo ficar solto entre as intermediárias.

O Fluminense, então, tinha o que queria. Do meio-campo para trás, os atletas souberam aproveitar a permissão do árbitro às entradas duras sem marcar falta e deixavam Leandro, Marquinhos Gabriel e Valdivia sempre no chão, reclamando de dores. Foi questão de tempo para o toque de bola carioca acuar o Palmeiras na partida em casa.

Kleina gastou suas duas substituições de forma errada, sem colocar o time à frente trocando Marquinhos Gabriel e Leandro por Diogo e Miguel, dois atacantes de origem, sendo Miguel alto, mas que não foram mais do que espectadores de luxo de novas intervenções de Fernando Prass para evitar uma derrota por placar maior.

Extremamente tranquilo, o Fluminense tratou de adicionar desespero e nervosismo à nada inspirada atuação palmeirense. De nada adiantavam a gritaria e os tapas que Valdivia dava em suas próprias pernas. O chileno e o torcedor só tiveram o que lamentar em seu primeiro jogo como mandante no Brasileiro do ano de seu centenário.

(Com Gazeta Press)

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