Síndrome pós-Copa: por onde andam os ex-técnicos da seleção brasileira
Equipe teve sete técnicos desde o pentacampeonato
Desde o pentacampeonato, a seleção brasileira teve sete técnicos diferentes, até chegar no atual Carlo Ancelotti. Enquanto alguns comandaram mais de dez times, desde que se despediu do comando da equipe, outros focaram em objetivos diferentes. Abaixo, confira por onde andam os ex-técnicos da seleção brasileira.
- Tite. Comandou a equipe do Brasil por sete anos, durante a Copa do Mundo de 2022 e 2018 e Copa América em 2019, torneio que foi campeão. Os resultados pela seleção não foram ruins, mas também não conseguiu o tão sonhado hexa. Após a saída, treinou o Flamengo, em 2024, e Cruzeiro, em 2026. Em ambos, foi demitido por um desempenho fora do esperado. Pelo rubro-negro, foi eliminado da Libertadores e o clube mineiro não conseguiu nenhuma vitória, em seis rodadas, pelo Brasileirão. Atualmente, não está em nenhum time.
- Dunga. Doze anos após o tetracampeonato, chegou à seleção brasileira. Entre 2006 e 2010, conquistou a Copa América, Copa das Confederações e fez uma boa campanha até o Mundial. Entretanto, quando chegou na África do Sul, em 2010, perdeu para a Holanda na semifinal. Após o resultado, foi demitido e só voltou ao comando da equipe em 2014, onde ficou por dois anos. O único outro time que liderou foi o Internacional, em 2013, e também não fez uma boa campanha. Desde então, comenta sobre futebol em programas.
- Felipão. Responsável pelo pentacampeonato, e também pelo traumático 7 a 1, em 2014, atuou duas vezes como treinador e teve resultados bastante diferentes. Desde 2002, treinou diversos clubes. Incluindo: seleção portuguesa, Palmeiras, Grêmio, Chelsea, Cruzeiro e entre outros. O último clube que atuou foi o Grêmio, em 2025. Atualmente, é comentarista na televisão e foi convidado pela TV Globo para comentar as Copas de 2018, 2022 e agora em 2026.
- Parreira. Treinou a seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2006, com o objetivo de conquistar o hexa, mas não conseguiu. Apesar de anos antes ter feito história no tetracampeonato, em 1994, não teve a mesma sorte depois. Após a saída, foi para a África do Sul comandar a seleção do país. Desde 2014, está afastado das atividades e, de tempos em tempos, aparece para participar de programas esportivos. Em julho, ficou internado na UTI, em um hospital no Rio de Janeiro.
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Fernando Diniz, Dorival Júnior e Mano Menezes ficaram por poucos meses na seleção, mas foram os que mais focaram na carreira de treinador após o fim do contrato com a equipe. Diniz ficou por seis meses no comando, entre 2023 e 2024. Esteve no Fluminense, time que conquistou a Libertadores em 2023, e depois foi para Cruzeiro, Corinthians e Vasco da Gama, sem títulos.
Dorival foi o sucessor e ficou por um ano, entre 2024 e 2025, até a chegada de Ancelotti. Foi para o Corinthians em 2025, onde conquistou a Copa do Brasil. Saiu e foi para o rival São Paulo, atual clube.
Mano Menezes comandou a seleção entre 2010 e 2012. Cerca de 14 anos depois passou por mais de dez clubes, incluindo Palmeiras, Cruzeiro, Flamengo, Internacional e o atual, a seleção do Peru.







