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Senna: 19 anos depois da morte, ainda o herói dos pilotos

Os ídolos de hoje - como Hamilton, Alonso e Vettel - são os fãs de sempre do brasileiro tricampeão, vitimado por um trágico acidente em 1º de maio de 1994

Dos cinco campeões mundiais que disputam a temporada 2013 da Fórmula 1, pelo menos três têm motivos para ficar emocionados neste dia 1º de maio. Há exatos dezenove anos, o tricampeão brasileiro Ayrton Senna morria, na pista de Imola, depois de se estatelar com sua Williams no muro ao passar reto na Curva Tamburello. O britânico Lewis Hamilton (campeão em 2008) tem nas cores de seu capacete a predominância do amarelo, da mesma forma como Senna, e jamais escondeu que essa é uma homenagem ao ídolo brasileiro. “Quero ser grande como Senna”, diz Hamilton. O bicampeão Fernando Alonso (2005 e 2006), aos 31 anos, ainda com muita sede de vitórias, confessou que na infância Senna sintetizava a palavra vitória. “Ele é o melhor piloto de todos os tempos.” E o tricampeão Sebastian Vettel (2010, 2011 e 2012), com apenas 25 anos, é quem promete pulverizar os recordes do ídolo brasileiro: em 105 GPs disputados, tem 28 vitórias, 38 poles e 49 pódios (Senna teve 41 vitórias em 162 GPs, 65 poles e 80 pódios). Mas não são as estatísticas que vão mudar a cabeça do alemão, para quem Senna é simplesmente a sua “maior inspiração”.

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A quase vitória em Mônaco (1984)

A primeira vitória, em Portugal (1985)

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O primeiro título mundial no Japão (1988)

O bicampeonato no Japão (1990)

O tricampeonato, mais uma vez no Japão (1991)

Vitória no GP Brasil (1991)

Ajuda a Comas, na Bélgica (1992)

A disputa com Mansell em Mônaco (1992)