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Sem show, Estados Unidos massacram a China no basquete

Astros da NBA vencem por 57 pontos, mas torcida protesta pela falta de jogadas espetaculosas gritando o nome adversário

A seleção de estrelas da NBA vai ter que apresentar um pouco mais do que apresentou em sua estreia olímpica. Kevin Durant e cia., é claro, atropelaram a China: 119 a 62. A principal estrela desta constelação versão 2016 foi o cestinha com 25 pontos, mas a falta das jogadas cinematográficas tão esperadas, de certa forma, frustrou o público que lotou a Arena 1 do Parque Olímpico. E isso acabou criando a primeira resistência do público brasileiro ao time dos Estados Unidos masculino de basquete.

Os jogos preparatórios já demonstravam um pouco do espírito dessa equipe montada sem as duas principais estrelas da liga hoje: Stephen Curry e Lebron James. Pragmático, foram marcando forte e abrindo logo uma gigantesca vantagem. Nem isso os fez relaxar. Nada de jogadinhas de efeito. E o público reagiu não com vaias, já que seria uma heresia, mas com ironia, gritando ‘China! China!’.

Nem a provocação serviu para mudar a forma de jogar. Nada de relaxar. “Vamos, aos poucos, conquistar a torcida pro nosso lado”, prometeu DeMar DeRozen, astro do Toronto Raptors. É o que os fãs da NBA também esperam.

Comentários

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  1. Edison Antunes

    Porque a imprensa usa o termo “massacrar”, muito forte para quem vem dizendo que estamos em momento de PAZ e CONFRATERNIZAÇÃO entre os povos.

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