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Seleção encontra o Iraque para testar novo ataque e Kaká

Mano dá chance a meia, reserva no Real Madrid, e monta equipe titular sem centroavante fixo. É o primeiro jogo do Brasil contra Iraque, treinado por Zico

Por Da Redação - 11 out 2012, 08h27

“Quero me reafirmar e conquistar meu espaço aos poucos. Ainda há muita coisa para conquistar”, disse Kaká, de volta à seleção

O adversário, mais uma vez, não empolga. Ainda assim, a seleção brasileira pretende aproveitar o amistoso contra o Iraque, nesta quinta-feira, às 15h30 (no horário de Brasília), em Malmoe, na Suécia, para ensaiar duas mudanças importantes na equipe – e para testar seu desempenho diante de um time que disputa as eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo. O técnico Mano Menezes lembra que o Brasil tem boa chance de enfrentar seleções da região na disputa do Mundial de 2014. “Enfrentar o Iraque e depois o Japão (na terça) será muito importante”, avaliou Mano. O rival desta quinta, treinado pelo ex-craque Zico, jamais enfrentou o Brasil com sua seleção principal. O único duelo da história entre as seleções aconteceu no Mundial Sub-20 de 2001. Por coincidência, um dos participantes daquele duelo é o grande protagonista da partida desta quinta: Kaká, que voltou à seleção depois de dois anos afastado (a última partida foi a eliminação na Copa do Mundo da África do Sul).

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Mano sabe, porém, que não pode usar apenas o amistoso para avaliar as mudanças. O Iraque é só o 80º colocado no ranking da Fifa e se prepara para enfrentar a Austrália pelas Eliminatórias, na terça, no Catar. Zico admite que o jogo é uma armadilha para a equipe, apesar de comemorar a chance de colocar seus jogadores frente a frente com a seleção. “Sempre há risco de goleada, o que poderia ter um efeito muito ruim para nós. Mas estou mostrando aos jogadores que é uma chance única de encontrar o Brasil. Eles devem jogar com seriedade, mas sem que se sintam pressionados.” Assim como Mano, que esperava pegar uma seleção mais forte nesta série de amistosos na Europa, Zico teve de se contentar com um adversário bem diferente do que gostaria – pediu aos cartolas iraquianos um jogo contra o País de Gales ou a Escócia num país quente, para simular o duelo em Doha contra a Austrália, cujo futebol é parecido com a escola britânica. Terá de pegar o Brasil no frio.

(Com agência Gazeta Press)

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