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Santistas admitem favoritismo contra japoneses, mas evitam soberba

O Santos sabe que uma eliminação diante do Kashiwa Reysol, na semifinal do Mundial de Clubes, seria considerada vexatória. Mesmo assim, os brasileiros evitam a soberba e pregam respeito máximo ao rival japonês.

‘Eles foram campeões japoneses, não chegaram por acaso. Se estão aqui, têm méritos e devem ser respeitados’, ensina Edu Dracena, lembrando que a equipe asiática contrariou os prognósticos ao se classificar para enfrentar o Peixe. ‘Diziam que a semifinal seria entre Santos e Monterrey e não foi o que aconteceu’.

Os jogadores se cobram para que não haja relaxamento e acreditam que, se estiverem concentrados, não serão surpreendidos. ‘Se o Santos não jogar o que costuma jogar, o Kashiwa tem totais condições de vencer’, opinou Edu Dracena.

O Peixe entra em campo contra os donos da casa na quarta-feira, às 8h30 (de Brasília), no Toyota Stadium.