Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Ryan Lochte será intimado a testemunhar no Brasil

Caso não compareça para prestar depoimento sobre o caso ele será julgado sem a chance de obter um acordo judicial

Por Da redação 25 ago 2016, 16h36

O nadador americano Ryan Lochte será intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro a prestar depoimento, de acordo com informações da Fox News americana. O atleta de 32 anos – que mentiu ao dizer que foi assaltado à mão armada durante a Rio-2016 para acobertar uma noite de baderna com outros três atletas – terá de comparecer ao Rio se quiser  um acordo judicial e, assim, se livrar de julgamento. Caso não compareça à delegacia de Atendimento Especial ao Turista (Deat), Lochte será julgado à revelia por comunicação falsa de crime. Se for declarado culpado, pode receber pena de 1 a 6 meses de prisão ou multa – punições previstas no artigo 340 do Código Penal.

Lochte deu uma versão sobre o suposto assalto e seu companheiro James Feigen deu outra com detalhes diferentes. A divergência dos relatos fez com que a juíza Keyla Blank, do Juizado Especial do Torcedor e de Grandes Eventos, proibisse a saída dos atletas do Brasil com a apreensão de seus passaportes. Acontece que Lochte já havia partido para os Estados Unidos; apenas Feigen teve de prestar novo depoimento para esclarecer as dúvidas. Em acordo com a Polícia, Feigen pagou multa de 35.000 reais por mentir sobre o caso. Gunnar Bentz e Jack Conger não foram punidos, pois não mentiram em seus depoimentos.

LEIA TAMBÉM:
Teoria explica o real motivo da fuga de patrocinadores de Lochte

Debandada geral: Lochte perde todos os seus patrocinadores
Lochte quebra o silêncio: ‘Assumo total responsabilidade’

O que aconteceu – Lochte, Feigen, Gunnar Bentz e Jack Conger protagonizaram uma arruaça nas ruas da cidade durante os Jogos: saíram às 5h46 de uma festa na Casa da França, na Lagoa, pegaram um táxi até um posto de gasolina na entrada do Jardim Ocêanico, na Barra da Tijuca, e lá fizeram xixi no chão e quebraram uma placa publicitária.

Um cliente do posto, que é policial, interpelou o grupo e disse que chamaria a polícia. O telefonema foi feito, mas as viaturas demoraram e o grupo ameaçou fugir. Armado, o cliente teria mandado que parassem. Três se jogaram ao chão, menos Lochte. Em seguida, os nadadores deram 160 reais pelo conserto da placa e foram embora em outro táxi.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês