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Relembre dez grandes momentos dos atletas brasileiros pelo mundo

Por Da Redação
24 dez 2011, 09h14

Fabiana Murer havia sido campeã mundial Indoor em 2010, mas foi neste ano que conquistou o maior título da sua carreira. Em Daegu, na Coreia do Sul, saltou 4,85m no Mundial de Atletismo para superar a alemã Martina Strutz, a russa Svetlana Feofanova e até a russa Yelena Isinbayeva, bicampeã olímpica, que ficou fora do pódio. A marca valeu a primeira medalha de ouro do Brasil na história da competição.

Thomaz Bellucci havia vencido apenas um tenista top 10 na sua carreira. Em Acapulco, superara Fernando Verdasco, da Espanha. No Masters 1000 de Madri melhorou muito seu retrospecto contra os melhores tenistas do mundo. Nas oitavas de final, atropelou o britânico Andy Murray, quarto do ranking, em sets diretos. Depois, passou pelo tcheco Tomas Berdych, sétimo, também por 2 a 0. A campanha histórica parou no sérvio Novak Djokovic, até então invicto na temporada, mas o canhoto vendeu caro a derrota nas semifinais: 2 a 1, com parciais de 4/6, 6/4 e 6/1.

A catarinense Fabiana Beltrame foi medalha de ouro na Copa do Mundo de 2011, em Hamburgo, e já disputou os Jogos Olímpicos de Atenas e Pequim. Em setembro, ela marcou 7min44s58 na decisão do Mundial de Remo, em Bled, na Eslovênia, e venceu a categoria single skiff leve. Foi o primeiro título brasileiro na história da competição.

Repetindo o feito de quatro anos antes, no Rio de Janeiro, Thiago Pereira ganhou seis medalhas de ouro nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara. Os títulos vieram nas modalidades 400m e 200m medley, 100m e 200m costa e nos revezamentos 4x100m medley e 4x100m livre. Com 12 conquistas, ele se tornou o brasileiro mais vencedor da história dos jogos, superando o mesa-tenista Hugo Hoyama. O atleta do Corinthians ainda levou a prata no revezamento 4x200m livre e o bronze nos 200m peito.

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Às vésperas do Mundial de Xangai, Cesar Cielo foi pego no antidoping, mas escapou de uma punição mais pesada, sendo apenas advertido pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos e pela Corte Arbitral do Esporte. O campeão olímpico não se mostrou abalado pelo caso e conquistou os títulos mundiais dos 50m livre – repetindo o feito de 2009 – e borboleta. Foi a quarta medalha de ouro do nadador na história da competição. Ele venceu os 100m livre há dois anos, em Roma.

Dezesseis anos após o sexto lugar dos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, a Seleção Brasileira vai disputar outra vez a maior competição esportiva do mundo. Depois de vários fracassos, o time do técnico argentino Rubén Magnano foi vice-campeão do Pré-Olímpico de Mar Del Plata. A campanha foi quase perfeita, com vitórias sobre Uruguai, Panamá, Porto Rico e a anfitriã Argentina na primeira fase. Na semifinal, o placar de 83 a 76 sobre a República Dominicana garantiu a vaga.

Foram quatro títulos para Juliana e Larissa em 2011. A dupla conquistou pela quinta vez o Circuito Brasileiro de vôlei de Praia, e ainda arrebatou o Circuito Mundial, o Campeonato Mundial de Roma e a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara. Larissa foi eleita a melhor jogadora brasileira da modalidade pela Confederação Brasileira de Vôlei.

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Se Fabiana Murer decepcionou no salto com vara dos Jogos Pan-americanos, a saltadora Maurren Maggi conquistou a sua terceira medalha de ouro em Guadalajara. Seus primeiros feitos foram em Winnipeg, em 1999, e no Rio de Janeiro, em 2007. Depois de três tentativas, Maggi saltou 6,94m.

Uma semana antes do início da temporada 2011, o brasileiro Tony Kanaan ainda não tinha equipe para correr na Fórmula Indy. Após oito anos de Andretti e uma tentativa fracassada em dezembro na De Ferran Dragon, ele acertou com a pequena KV. O desempenho foi impressionante: o campeão de 2004 terminou sete vezes entre os cinco primeiros, anotou uma pole position e foi quinto colocado na classificação geral, à frente de todos os carros da Andretti, de duas Penske e duas Ganassi.

Em Brasília, Marcel Sturmer aproveitou as notas da música tema do fictício agente britânico James Bond para garantir o segundo lugar no Campeonato Mundial de Patinação Artística. Foi o melhor resultado do Brasil na história do torneio. O tricampeão pan-americano já havia conquistado quatro medalhas de bronze.

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